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Período de matrículas para novos alunos da Escola Estadual Governador José Fragelli encerram nesta quarta-feira (14)

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) alerta aos pais e responsáveis dos estudantes aprovados no processo seletivo da Escola Estadual de Tempo Integral Governador José Fragelli para o fim do período de matrículas do ano letivo de 2026. As matrículas se encerram nesta quarta-feira (14.1).

Os candidatos aprovados no seletivo devem comparecer à escola para a realização da matrícula na presença do responsável legal e com os documentos solicitados no edital.

Os estudantes que compõem o cadastro reservam ainda podem ser convocados, de acordo com a necessidade e conveniência da unidade escolar durante ano letivo de 2026.

Vocacionada ao esporte, a escola, de Tempo Integral, ofertou vagas para o 3º ciclo do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. No total, foram 120 vagas para o 7º ano, sendo 60 para o público masculino e 60 para o público feminino. Também foram disponibilizadas vagas de cadastro reserva para as séries seguintes.

O seletivo foi realizado em duas etapas: prova objetiva (classificatória e eliminatória), e avaliação das Medidas Antropométricas e Testes de Aptidão Física, também classificatória e eliminatória.

Os candidatos que obtiveram nota igual ou superior a 50% na prova objetiva e que participaram integralmente da avaliação física, obtendo rendimento satisfatório nos testes, foram aprovados.

Confira o resultado das avaliações físicas e objetivas em anexo

Fonte: Governo MT – MT

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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