Mato Grosso

PM prende idoso membro de facção criminosa com munições e drogas

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Mato Grosso

Policiais militares do 17º Batalhão prenderam, neste sábado (14.2), um homem de 78 anos, integrante de uma facção criminosa, no município de Mirassol d’Oeste. Com ele, foram apreendidos 13 porções de maconha, cocaína e 46 munições calibre .22.

Os policiais militares receberam a denúncia de que o suspeito estaria comercializando drogas em uma casa no bairro Mutirão, pois havia grande movimentação de supostos usuários de entorpecentes entrando e saindo do local.

Os militares se deslocaram e identificaram o suspeito sentado na calçada, acompanhado de um homem em uma bicicleta, que logo saiu com a aproximação dos militares.

O proprietário da casa tentou fugir para o fundo do imóvel, arremessando uma sacola, e foi detido em seguida. Durante a abordagem, foram encontradas algumas porções de cocaína.

À PM, o idoso confessou que havia mais entorpecentes dentro da casa. As drogas foram localizadas em cima de um armário. No local, as equipes encontraram, ainda, diversas munições, um aparelho celular e R$ 25. O suspeito alegou que vendia drogas a mando de uma facção criminosa.

O suspeito e todo material ilícito apreendido foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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