Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 41 ordens judiciais contra facção criminosa envolvida em extorsão de empresários em Sinop

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Mato Grosso

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã desta segunda-feira (24.11), a Operação Primun, para cumprimento de 41 ordens judiciais, com alvo em uma facção criminosa, atuante em Sinop e região e com conexões no estado do Rio de Janeiro.

As ordens judiciais, sendo 12 mandados de prisão temporária, 10 de busca e apreensão domiciliar, 12 sequestros de de bens e ativos, três sequestros de veículos e quatro medidas cautelares diversas, foram expedidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop.

Os alvos são suspeitos do crime de extorsão, no valor superior a R$ 169 mil, praticado contra dois empresários do município de Sinop. Os mandados foram expedidos com base em investigações conduzidas Delegacia de Repressão ao Crime Organizado de Sinop são cumpridos no município mato-grossense e quatro delas na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio da equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop. A ação resultou na apreensão de três armas de fogo tipo pistola e no sequestro do valor de R$ 169 mil.

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Flávia Moretti culpa presidente da Câmara por travar projetos e agravar crise em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), responsabilizou o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), pelo agravamento da crise financeira enfrentada pelo município. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (16), a gestora afirmou que a falta de aprovação de projetos enviados pelo Executivo tem impedido o acesso a recursos e prejudicado o equilíbrio das contas públicas.

As declarações ocorreram após a publicação dos decretos que declararam situação de calamidade financeira no município e no Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Segundo Flávia, a administração assumiu uma dívida bilionária relacionada a precatórios, mas a situação teria sido agravada por decisões tomadas pelo Legislativo. A prefeita afirmou que buscou apoio do presidente da Câmara no início do mandato, mas passou a enfrentar resistência.

“Desde que assumi, pedi apoio ao presidente Wanderley Cerqueira, mas ele decidiu engessar e atrapalhar a prefeitura e a cidade toda”, declarou.

Entre as críticas feitas pela prefeita está a redução da margem de remanejamento do orçamento municipal, que teria passado de 30% para 5%. Segundo ela, a alteração limitou a capacidade da gestão de redistribuir recursos entre as secretarias e afetou áreas consideradas prioritárias.

“Essa medida comprometeu a utilização de verbas destinadas a áreas prioritárias e dificultou o funcionamento da máquina pública”, afirmou.

Outro ponto destacado por Flávia foi a tramitação de projetos de lei encaminhados pela Prefeitura à Câmara. De acordo com a prefeita, mais de 25 propostas consideradas essenciais estão paradas há meses no Legislativo.

“Hoje, temos mais de 25 projetos de leis cruciais parados na Câmara Municipal há meses. Projetos que liberam recursos para a saúde, educação e custeio da cidade. Todos precisam ser votados, mas esses projetos de leis não são sequer pautados pelo presidente”, disse.

A prefeita afirmou ainda que a postura do presidente da Câmara teria motivação política e estaria fazendo com que a população atribuísse ao Executivo problemas relacionados à falta de investimentos e dificuldades na prestação de serviços públicos.

“Essa atitude faz com que a população pense que é a prefeitura que não está fazendo o seu dever”, declarou.

Apesar das críticas ao Legislativo, Flávia Moretti afirmou que a administração municipal seguirá adotando medidas para manter os serviços essenciais e garantir o pagamento dos servidores, enquanto busca reorganizar as finanças de Várzea Grande.

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