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Polícia Civil prende comerciante em operação de combate ao contrabando em Sorriso

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A Polícia Civil, realizou na manhã desta sexta-feira (6.2), a Operação Venda Oculta, para apurar crimes de contrabando e lavagem de dinheiro em Sorriso. Um comerciante, de 25 anos, também suspeito de tráfico de drogas foi preso em flagrante.

As equipes da Delegacia de Sorriso cumpriram quatro mandados de busca e apreensão, sendo três em residências (duas em Sorriso e uma em Sinop) e um em estabelecimento comercial.

A operação contou com o apoio de uma equipe da Vigilância Sanitária Municipal no estabelecimento comercial, que colaborou na fiscalização e apreensão de produtos irregulares.

A ação resultou na apreensão de cigarros eletrônicos, dinheiro em espécie (incluindo dólares) e outros bens, cujo valor será apurado. Além disso, foram bloqueadas contas bancárias do suspeito e sequestrados veículos automotores.

O comerciante preso em flagrante em Sorriso é suspeito de envolvimento em diversos crimes, já vinha sendo monitorado pela polícia e é acusado de vender bebida alcoólica para menores, fornecer mercadoria imprópria para consumo e envolvimento com facção criminosa.

De acordo com as investigações, a movimentação mensal do suspeito com produtos ilícitos girava em torno de R$ 200 mil, o que demonstra a dimensão do esquema criminoso. A polícia apura se os valores efetivamente movimentados podem ter sido ainda maiores.

Outros dois homens foram presos em flagrante durante o cumprimento dos mandados em Sinop, também suspeitos de contrabando e lavagem de dinheiro, e uma menor foi apreendida.

“A operação é mais um golpe contra o crime organizado na região e demonstra o compromisso da polícia em combater a ilegalidade e proteger a sociedade. Os suspeitos serão apresentados à justiça e responderão pelos crimes cometidos”, afirmou o delegado Thiago Meira.

Fonte: Governo MT – MT

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Bancada de MT no Senado é unânime pelo fim da Escala 6×1

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Os três senadores de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL), votaram favoráveis à PEC que coloca fim à Escala 6 x 1 de trabalho. A proposta foi aprovada por 75 votos a 1 na noite desta quarta-feira (14) no Senado.

Sem conquistar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, Carlos Fávaro declarou que só por votar essa proposta valeu a pena ter sido senador. “É mais dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil”, afirmou nas redes sociais.

Jayme Campos, que não disputou nenhum cargo e encerra o mandato no fim de janeiro, afirmou que a aprovação da PEC garante “dignidade, qualidade de vida e descanso” aos trabalhadores brasileiros. “Como senador de Mato Grosso, fiz questão de estar ao lado dos trabalhadores nessa decisão. Seguimos avançando para transformar essa conquista em realidade”, assinalou.

Líder do bloco Moderador no Senado, o senador Wellington Fagundes havia defendido a liberação da bancada a se posicionar sobre aa proposta. A matéria era considerada polêmica por ser votada às vésperas do 2º turno e colocava em xeque senadores aliados de Flávio Bolsonaro (PL).

“O posicionamento de Rogério Marinho [coordenador da campanha de Flávio] é pela abstenção, mas a maioria da bancada avalia que os senadores devem se posicionar”, declarou Fagundes, antes da votação, ao Jornal O Globo.

A PEC

A PEC do fim da jornada 6×1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. Também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

A oposição ao governo Lula tentou alterar a PEC do fim da 6×1 para retirar redução de jornada proporcional para trabalhadores que hoje já trabalham menos de 40 horas por leis específicas. A emenda, no entanto, foi retirada após acordo.

Período de transição

Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres, haverá um período de transição.

Se aprovada em segundo turno, a PEC ainda precisa ser promulgada para entrar em vigor. Depois disso, segue o seguinte calendário:

– em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado;

– em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.

 

 

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