Mato Grosso

Polícia Civil prende jovem suspeito de roubar farmácia em Várzea Grande

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Mato Grosso

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta sexta-feira (12.12), um jovem suspeito de roubar uma farmácia no bairro Água Limpa, em Várzea Grande. O roubo teria sido praticado na manhã de quinta-feira (11.12). A prisão foi realizada por uma equipe da Delegacia de Roubo e Furto de Várzea Grande (Derf-VG).

Conforme a investigação, dois suspeitos chegaram ao estabelecimento em uma motocicleta. O garupa desceu do veículo, invadiu a farmácia armado com uma arma de fogo e rendeu a proprietária, funcionários e clientes. O assaltante chegou a subtrair a quantia de R$ 600,00 em dinheiro e danificar objetos do local. Após a ação criminosa, a dupla fugiu.

Logo após a comunicação do crime, equipes da Derf-VG iniciaram as investigações com o objetivo de identificar e prender os suspeitos. Os policiais tiveram êxito em prender um dos suspeitos, em flagrante, utilizando a motocicleta empregada no roubo.

Questionado, o jovem confessou ter praticado o crime em concurso com outro comparsa. Após a prisão, o jovem foi conduzido até a delegacia para a confecção do boletim de ocorrência. Em seguida, foi colocado à disposição da Justiça.

A Polícia Civil segue com a investigação para identificar e prender o segundo envolvido na ação delituosa.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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