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Prefeitura de Cuiabá participa da inauguração da unidade do Ganha Tempo no Pedra 90

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A Prefeitura de Cuiabá participa, na próxima segunda-feira (11), da inauguração da unidade do Ganha Tempo no Bairro Pedra 90, em parceria com o Governo de Mato Grosso. A solenidade também marcará a entrega da revitalização da quadra poliesportiva da região e o lançamento do Centro Integrado de Serviços Públicos (CISP).O evento será realizado às 9h, na Rua Caruaru, nº 46, no Pedra 90, e contará com a presença do prefeito Abilio Brunini, do governador Otaviano Pivetta, além de secretários estaduais e municipais.

A nova estrutura do Ganha Tempo amplia o acesso da população da região sul de Cuiabá a serviços públicos estaduais e municipais em um único espaço, com foco na descentralização do atendimento e na redução do deslocamento dos moradores para outras regiões da capital.

Além da oferta de serviços, a programação inclui a entrega da revitalização da quadra poliesportiva do bairro, voltada ao incentivo à prática esportiva e à convivência comunitária.

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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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