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Próximo à mudança no modelo de acesso ao PJe, TJMT disponibiliza manuais e número que dará suporte à advocacia

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A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) informa que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) disponibilizará suporte técnico para auxiliar a advocacia na transição do acesso ao Processo Judicial Eletrônico (PJe), que passa a exigir autenticação em duas etapas a partir de 3 de novembro, quando o número (65) 3617-3909 estará disponível para orientações sobre a implementação da nova medida.
A mudança atende determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pela Portaria nº 140/2024 e objetiva aumentar a segurança do sistema contra ameaças cibernéticas. O Múltiplo Fator de Autenticação (MFA) passará a funcionar por meio de código temporário gerado por aplicativos autenticadores instalados nos smartphones dos usuários.
Antes da mudança, advogados e demais usuários devem atualizar o endereço de e-mail junto ao TJMT através da plataforma, disponível no portal institucional. Clique aqui

A atualização é essencial para receber as instruções de configuração.

Para garantir acesso contínuo ao PJe a partir de 3 de novembro, os profissionais precisarão instalar um dos aplicativos autenticadores compatíveis: Gov.br (nível Ouro), Google Authenticator, Microsoft Authenticator ou FreeOTP. Os aplicativos estão disponíveis em Google Play e App Store.
A Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) do TJMT disponibilizou manuais específicos para instalação e configuração dos autenticadores. Os documentos, incluindo guia para o Gov.br, estão acessíveis na página de ajuda MFA do tribunal.
Página de Ajuda MFA – TJMT
Manuais disponíveis:
Como vai funcionar na prática
O acesso ao PJe passa a contar com as seguintes opções de autenticação por meio de autenticadores disponíveis na Google Play e na App Store:
– Gov.br (nível Ouro) com verificação em duas etapas ativada
– Código temporário gerado por aplicativos autenticadores (como Google Authenticator, Microsoft Authenticator ou FreeOTP)
Esses métodos podem ser utilizados de forma simples e segura, de acordo com as preferências e o nível de segurança cadastrado nessas ferramentas autenticadoras.
Keka Werneck
(Com informações do TJMT)
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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