Mato Grosso
PSDB avalia que saída de ex-prefeito facilita chegada de ‘bons nomes’ para disputar AL
Mato Grosso
Após perder um dos principais nomes do PSDB em Mato Grosso, o presidente estadual da sigla, deputado Carlos Avallone, minimizou a saída do ex-prefeito de Sorriso, Ari Lafin. Segundo ele, a mudança não enfraquece o partido, que deve atrair novos filiados interessados em disputar vagas na Assembleia Legislativa nas eleições de 2026.
Ari Lafin se filiou ao Republicanos e deve reforçar a base política do vice-governador Otaviano Pivetta, pré-candidato ao Governo do Estado. Avallone afirmou que a saída foi amigável e previamente discutida entre os envolvidos.
Para o deputado, a desfiliação de Lafin pode, inclusive, facilitar a montagem da chapa de candidatos a deputado estadual, já que o partido conta atualmente apenas com Avallone no exercício do mandato.
“A ida dele para lá pode, inclusive, facilitar a montagem da chapa aqui. Porque os candidatos, principalmente aqueles que não têm mandato, eles veem que a estrutura que a AL tem é muito difícil para esses candidatos disputarem com os candidatos do mandato”, falou.
Além de Lafin, Avallone adiantou que o PSDB pode perder outro tucano importante: o ex-deputado federal Nilson Leitão, que negocia sua ida para o PP ou para o União Brasil. Segundo o dirigente tucano, a decisão também será tomada de forma consensual.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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