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Senado aprova PL que combate pedófilos; Jayme Campos destaca avanço humanitário

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O Senado Federal aprovou por aclamação, nesta terça-feira, 11, o Projeto de Lei nº 2.810/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (MT) e relatada pelo senador Alessandro Vieira (SE). O projeto representa um marco no enfrentamento à pedofilia e aos crimes sexuais no Brasil. A proposta agora segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante a votação, o senador Jayme Campos (União-MT) destacou o caráter urgente e humano da iniciativa: “Combater a violência sexual e a pedofilia não é apenas punir os culpados, mas também educar, prevenir e transformar a cultura. Nenhum pedófilo pode se sentir seguro neste país, e nenhuma vítima pode ficar desamparada” – afirmou.

Para o senador, a proposta chega em um momento em que o Brasil exige respostas firmes e concretas contra a pedofilia e a exploração sexual de menores. “A aprovação deste projeto reafirma o compromisso do Senado com a dignidade, a integridade e a segurança das nossas crianças e adolescentes” – acentuou.

Reconhecido por sua trajetória de defesa das causas femininas e sociais, Jayme Campos é autor e apoiador de diversas propostas voltadas à proteção das vítimas de violência. Entre elas, o Fundo Nacional de Amparo às Mulheres Agredidas, que oferece suporte financeiro e capacitação profissional, e o projeto que garante a remoção de servidoras vítimas de violência doméstica.

O parlamentar também tem atuado pelo endurecimento das penas da Lei Maria da Penha, como no PL 1729/2019, que amplia as punições aos agressores.

Jayme Campos ressaltou que a proposta fortalece a rede de proteção às vítimas de violência sexual, com foco especial em crianças, adolescentes e pessoas em situação de vulnerabilidade — principais alvos de predadores sexuais. Entre as medidas previstas estão proteção imediata às vítimas, monitoramento eletrônico dos agressores e assistência psicológica e social.

O projeto aprovado também estabelece campanhas educativas permanentes, voltadas à prevenção e conscientização sobre a pedofilia e outras formas de violência sexual. “A A aprovação deste projeto é um gol de ouro no enfrentamento aos crimes sexuais” – ele declarou.

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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