Mato Grosso

Suspeito de agredir ex-namorada com cadeira em bar é preso pela Polícia Militar

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Equipes militares do 1º Pelotão de Alto Garças (365 km de Cuiabá) prenderam, na madrugada deste sábado (8.11), um homem, de 40 anos, suspeito de agredir e ameaçar a ex-namorada, de 36 anos, e desacato, no pátio de um posto de combustível no município.

Os policiais militares foram informados pela vítima, que estava acompanhada com amigos em um bar, que o suspeito estava no mesmo estabelecimento e que ele pegou uma cadeira e jogou nela.

Além disso, ele também enforcou a vítima e jogou cerveja nela, proferindo palavras de baixo calão e ameaças. Durante as agressões, o homem contou intimidades do ex-casal e depois fugiu do local.

Diante dos fatos, os policiais militares intensificaram o policiamento na região e localizaram o denunciado no pátio de um posto de combustível. Ao ser abordado, o suspeito apresentou resistência, desacatou os militares e proferiu novas ameaças.

O homem foi contido e encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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