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Trânsito na Rua Edgar Prado passará a funcionar em mão única a partir de segunda-feira (15)

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informa que, a partir da próxima segunda-feira (15.9), haverá uma alteração no trânsito da Rua Engenheiro Edgar Prado Arze, conhecida como a rua da Sefaz e do Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Com a mudança, a via passará a funcionar em mão única, sendo permitido apenas o acesso a partir da Avenida do CPA em direção ao Centro Político Administrativo, ou seja, não será mais possível descer a rua em sentido a avenida.

O objetivo da mudança é melhorar a fluidez do tráfego na região. Com as obras do Sistema BRT, houve a necessidade de reduzir temporariamente o número de faixas disponíveis na Avenida do CPA. Ao restringir o movimento de saída pela Rua Engenheiro Edgar Prado Arze, será possível reduzir os pontos de conflito e melhorar o fluxo de veículos no entorno.

Outra mudança que será feita no local é a remoção de um trecho da calçada na esquina da Avenida do CPA com a Rua Engenheiro Edgar Prado Arze. O objetivo é permitir que os ônibus do transporte público, que trafegam pela lateral do Viaduto da Sefaz, consigam acessar o ponto de parada mais facilmente, sem precisar fazer a conversão para a avenida.

As mudanças foram definidas em reunião com a equipe da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob). O objetivo é reduzir os impactos no trânsito provocados pelas obras realizadas na Avenida do CPA.

Fonte: Governo MT – MT

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Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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