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TRE-MT suspende ação penal movida por ex-vereadora contra o secretário de Governo Gilberto Mello

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) suspendeu a ação penal movida pela ex-vereadora Fabiana Nascimento contra o Secretário Municipal de Governo, Gilberto Schwarz de Mello, em um caso que vinha gerando grande repercussão no cenário político local.
A decisão, proferida nesta segunda-feira (10) pelo jurista Dr. Raphael de Freitas Arantes, garante ao secretário um grande alivio, que é figura de destaque na atual gestão municipal. O processo — de número 0600266-49.2025.6.11.0000 — trata de um Habeas Corpus preventivo apresentado pela defesa de Mello, alegando irregularidades na condução do caso.
Os advogados sustentaram que o juiz das garantias não poderia ter recebido a denúncia do Ministério Público Eleitoral, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determina que essa atribuição caiba apenas ao juiz natural da causa.
Ao analisar o caso, o relator reconheceu que a decisão anterior contrariava o posicionamento do STF e poderia gerar prejuízo ao acusado. Diante disso, suspendeu os efeitos da decisão que recebeu a denúncia e determinou o sobrestamento da ação penal até o julgamento final do mérito do Habeas Corpus.
O TRE-MT determinou ainda que a decisão fosse imediatamente comunicada à 34ª Zona Eleitoral de Chapada dos Guimarães para cumprimento das medidas.
Nos bastidores, a medida é vista como uma vitória política para o secretário Gilberto Mello, que vinha sendo alvo de ataques e críticas.

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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