Mato Grosso
Virginia Mendes evita cravar candidatura e Mauro afirma: “Ela decide”
Mato Grosso
Em meio aos rumores crescentes sobre uma possível candidatura da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, ao cargo de deputada federal nas eleições de 2026, o governador Mauro Mendes (União Brasil) foi direto: a decisão será exclusivamente dela. Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (8), durante evento alusivo ao Mês das Crianças, na Arena Pantanal, Mendes descartou qualquer interferência no processo.
“Quem vai decidir é ela. Não sou eu, nem outra pessoa. A Virginia é uma mulher autônoma, inteligente, e tem total capacidade para tomar suas próprias decisões, como qualquer mulher”, declarou o governador ao ser questionado sobre o futuro político da esposa.
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No dia seguinte, Virginia comentou as especulações durante o evento “Dia Ser Família Criança”, também na Arena Pantanal. Ela se disse lisonjeada pelas menções, mas reforçou que ainda não se vê pronta para entrar na disputa.
“Fico muito honrada por ver meu nome lembrado, inclusive por colegas do União Brasil. Mas neste momento, ainda não tenho essa intenção. Estou focada no meu trabalho social, e não cogito essa possibilidade agora”, afirmou a primeira-dama.
Virginia destacou que qualquer decisão futura dependerá não apenas de sua vontade pessoal, mas do apoio familiar e da aceitação da população. “Se lá na frente houver esse desejo por parte da população, vou avaliar. Mas hoje não tenho essa segurança. Não conversei com meus filhos ainda, e preciso do apoio deles antes de qualquer passo”, ponderou.
Além do União Brasil, partido ao qual pertence o governador, outras siglas já demonstraram interesse em contar com Virginia Mendes como candidata. O Progressistas (PP), liderado em Mato Grosso pelo deputado estadual Paulo Araújo e pelo ex-senador Cidinho Santos — ambos próximos à família Mendes — é uma das legendas que já fizeram sondagens. Mais recentemente, o PRD também entrou no radar, com articulações lideradas por Mauro Carvalho, ex-chefe da Casa Civil do Estado.
Mesmo diante da movimentação política nos bastidores, a primeira-dama tem adotado uma postura cautelosa, sem descartar o cenário, mas deixando claro que, por ora, seu foco permanece nas ações sociais que desenvolve.
*Com informações de Olhar Direto
Mato Grosso
TCE investiga licitação de R$ 5,4 milhões para compra de medicamentos
O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) recebeu uma Representação de Natureza Externa (RNE) contra o Pregão Eletrônico nº 010/2026 da Prefeitura de Barra do Garças, que visa contratar serviços de gestão de aquisições na área da saúde no valor estimado de R$ 5.454.011,04. A decisão foi publicada no Diário Oficial do TCE.
A representação foi protocolada pela empresa NEO Consultoria e Administração de Benefícios Ltda., que aponta uma série de irregularidades no edital e no termo de referência do certame. Entre as principais argumentações, a empresa alega que o objeto da licitação é indeterminado e carece de especificação técnica suficiente, pois o edital menciona apenas de forma genérica “medicamentos e insumos”, sem apresentar relação descritiva dos itens, quantitativos estimados ou unidades de medida.
Também se questiona o critério de julgamento pela menor taxa administrativa por item, alegando que a Administração, ao mesmo tempo em que admitiu a possibilidade de taxa administrativa negativa ou zero, vedou o recebimento de qualquer comissão, intermediação ou tarifa adicional junto à rede credenciada. Segundo a empresa, a taxa paga pela Prefeitura seria a única fonte de remuneração da contratada, o que tornaria o modelo “”economicamente inexequível”. Outro ponto levantado é a divergência entre os dados referenciais do certame: o Anexo I do edital indica taxa administrativa de 1,07%, enquanto esclarecimento posterior menciona taxa atual de 1,01%.
Diante das alegações, o relator do processo no TCE-MT, Conselheiro Waldir Júlio, decidiu receber a representação e notificar o prefeito de Barra do Garças, Adilson Gonçalves de Macedo, a responsável pela elaboração do Termo de Referência, Laryssa Souza Silva, e a pregoeira designada, Layane Ranielle dos Santos Vieira Fonseca. Eles terão o prazo de 5 dias úteis para se manifestar sobre as supostas irregularidades e apresentar documentos.
O Tribunal, no entanto, adiou a decisão sobre o pedido de tutela provisória de urgência (que poderia suspender imediatamente o pregão) até que os responsáveis prestem as informações preliminares.
“Superada a fase preliminar da análise dos autos, ressalto que, caso se confirmem as alegações da Representante e haja necessidade de intervenção desta Corte, esta será de rigor e a qualquer momento”, destacou o relator em sua decisão.
O TCE-MT ainda não fixou data para o julgamento final da representação. Caso as irregularidades sejam confirmadas, o certame poderá ser suspenso ou anulado.
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