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Companhia Raio da PM prende homem com 45 porções de maconha em Várzea Grande

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Equipes da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) do 2º Comando Regional prenderam um jovem de 19 anos, suspeito de tráfico de drogas, no final da manhã desta segunda-feira (6.10), em Várzea Grande. Na ação, foram apreendidas 45 porções de substância análoga à maconha.

Os militares estavam em motopatrulhamento pelo bairro Mapim e viram dois homens em atitude suspeita dentro de um bar. Ao verem os policiais, os suspeitos tentaram fugir pelos fundos do estabelecimento. Um deles foi detido pela PM dentro do banheiro do comércio.

Com ele, foi encontrada uma pochete contendo 14 porções de maconha. Questionado sobre a procedência da droga, o suspeito confessou que fazia a venda dos entorpecentes no bar, junto do suspeito que fugiu. Ele revelou que havia mais drogas escondidas no estabelecimento.

Os policiais retornaram ao bar com o suspeito detido e encontraram mais 31 porções de maconha, além da quantia de R$ 451,00 em dinheiro, uma balança de precisão e outros materiais para o tráfico de drogas.

Diante da situação, ele foi conduzido à Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e foi entregue à Polícia Judiciária Civil para os demais procedimentos cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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