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Criminosos que levaram R$ 400 mil durante assalto à cooperativa de crédito são denunciados pelo MP

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) denunciou 10 integrantes de uma quadrilha envolvida no assalto a cooperativa de crédito Sicredi em Brasnorte, a 580 km de Cuiabá. Eles respondem por roubo majorado, associação criminosa e favorecimento pessoal.

De acordo com a denúncia, dois dias antes do crime os assaltantes roubaram uma caminhonete Toyota Hilux, utilizada para invadir a agência. Fortemente armados e encapuzados, renderam clientes e funcionários, exigindo acesso ao cofre.

Enquanto aguardavam a abertura do compartimento, que possuía temporizador de dez minutos, o grupo retirou dinheiro dos caixas eletrônicos e levou a arma do vigilante. Em seguida, subtraiu cerca de R$ 400 mil em espécie.

Na fuga, dois funcionários foram levados como reféns e posteriormente libertados. A caminhonete foi abandonada em uma área rural, e a quadrilha seguiu viagem em outro veículo. Parte dos acusados ainda teria recebido apoio em Vilhena (RO), onde se esconderam com auxílio de comparsas.

Segundo o Ministério Público, a organização era liderada por Valdemar do Nascimento Alves, conhecido como “Babá”. O grupo contava com integrantes responsáveis pelo financiamento da ação, guarda de armas e divisão do dinheiro.

A investigação reuniu confissões, imagens de câmeras de segurança, registros de monitoramento e apreensão de objetos que reforçam as acusações.

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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