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Criminosos que levaram R$ 400 mil durante assalto à cooperativa de crédito são denunciados pelo MP

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) denunciou 10 integrantes de uma quadrilha envolvida no assalto a cooperativa de crédito Sicredi em Brasnorte, a 580 km de Cuiabá. Eles respondem por roubo majorado, associação criminosa e favorecimento pessoal.

De acordo com a denúncia, dois dias antes do crime os assaltantes roubaram uma caminhonete Toyota Hilux, utilizada para invadir a agência. Fortemente armados e encapuzados, renderam clientes e funcionários, exigindo acesso ao cofre.

Enquanto aguardavam a abertura do compartimento, que possuía temporizador de dez minutos, o grupo retirou dinheiro dos caixas eletrônicos e levou a arma do vigilante. Em seguida, subtraiu cerca de R$ 400 mil em espécie.

Na fuga, dois funcionários foram levados como reféns e posteriormente libertados. A caminhonete foi abandonada em uma área rural, e a quadrilha seguiu viagem em outro veículo. Parte dos acusados ainda teria recebido apoio em Vilhena (RO), onde se esconderam com auxílio de comparsas.

Segundo o Ministério Público, a organização era liderada por Valdemar do Nascimento Alves, conhecido como “Babá”. O grupo contava com integrantes responsáveis pelo financiamento da ação, guarda de armas e divisão do dinheiro.

A investigação reuniu confissões, imagens de câmeras de segurança, registros de monitoramento e apreensão de objetos que reforçam as acusações.

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Vizinho arrombou cadeado para entrada de assassinos; dois suspeitos são presos pela DHPP

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (13), a Operação Vizinho do Inimigo, para o cumprimento de quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.

A ação é resultado das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis sobre o homicídio de um homem, de 45 anos, ocorrido no início de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário.

Conforme apurado pela Polícia Civil, no dia 5 de setembro, dois homens chegaram ao imóvel em uma motocicleta, entraram na residência e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm. A dinâmica do crime indicou uma ação planejada, que impossibilitou qualquer reação da vítima.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou dois suspeitos do crime. Um jovem de 23 anos é apontado como o autor dos disparos. Já o segundo investigado, de 26 anos, que morava perto da vítima, teria monitorado a rotina do vizinho e arrombado o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores.

Com base nas provas colhidas, a Polícia Civil solicitou os mandados à Justiça e deflagrou a operação nesta terça-feira (13).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, o suspeito de 23 anos foi localizado e preso em uma residência no bairro Parque Universitário. No imóvel, os policiais apreenderam porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e mais de R$ 5 mil em dinheiro.

Diante do material encontrado, o investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, além de ter sido preso temporariamente no âmbito das investigações sobre o homicídio.

Outro mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência do segundo investigado, também no bairro Parque Universitário. Ele não foi localizado durante a diligência e continua sendo procurado pelas equipes policiais.

As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido na ação, apontado como o piloto da motocicleta, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos suspeitos em uma facção criminosa com atuação no município.

O nome da operação, Vizinho do Inimigo, faz referência ao fato de que os dois investigados identificados residiam nas proximidades da casa da vítima, circunstância que, segundo a investigação, teria facilitado o monitoramento da rotina e a execução do crime.

O inquérito policial deverá ser concluído no prazo legal de 30 dias, com o indiciamento dos investigados pelos crimes apurados, conforme os elementos reunidos durante a investigação.

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