Polícia
PM flagra caminhão com cestas básicas produtos de limpeza de facção criminosa
Polícia
Policiais militares do 14º Comando Regional apreenderam, nesta quinta-feira (7), diversos fardos de produtos de limpeza e alimentícios que seriam de uma facção criminosa. As abordagens foram feitas nos municípios de Lucas do Rio Verde e Nova Mutum.
De acordo com a ocorrência, os policiais receberam denúncias de que o condutor de um caminhão estaria trafegando na BR-163, nas proximidades da Avenida Goiás, transportando mercadorias supostamente relacionadas a integrantes de facção criminosa, em Lucas do Rio Verde.
Durante a abordagem, o motorista apresentou informações contraditórias sobre o destino da carga e os locais de entrega. Conforme os policiais, ele afirmou morar em Rondonópolis e disse ter sido contratado para buscar o caminhão em Cuiabá com destino final a Sinop.
A equipe também constatou divergências nas notas fiscais apresentadas pelo condutor. Um dos documentos apontava entrega em Lucas do Rio Verde, enquanto outro indicava destino em Sinop. Segundo a PM, os produtos transportados não correspondiam às mercadorias descritas nas notas fiscais.
No caminhão, foram encontrados diversos itens de cesta básica, entre eles, arroz, feijão, açúcar, macarrão, óleo, farinha, papel higiênico, sabão em pó, detergente, creme dental e produtos de limpeza, totalizando cerca de 520 fardos. O suspeito foi detido em flagrante por receptação e conduzido à delegacia junto do material apreendido.

Apreensão em Nova Mutum
Ainda nesta quinta, durante patrulhamento tático em Nova Mutum, os policiais militares receberam informações sobre um grande descarregamento de cestas básicas, entre produtos de limpeza e alimentícios, em uma residência, supostamente frequentada por integrantes de uma facção criminosa.
Diante das informações, a equipe policial foi até o endereço indicado. Ao chegar ao imóvel, os militares flagraram uma mulher carregando cestas. Durante a abordagem, a suspeita demonstrou nervosismo e afirmou que teria recebido ordens para armazenar e distribuir as cestas básicas supostamente a mando de uma facção criminosa.
No quarto indicado pela mulher, os policiais encontraram diversos alimentos, produtos de higiene pessoal e itens de limpeza. Também foram apreendidas porções de maconha localizadas sobre uma mesa e no bolso da suspeita. Um homem também foi detido no local em flagrante.
Entre os produtos encontrados pelos militares estão caixas de água sanitária, detergentes, papéis higiênicos, sabonetes, fardos de açúcar, arroz, macarrão, feijão, de biscoitos, entre outros. Ambos envolvidos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Polícia
Operação mira empresários que causaram prejuízo de R$ 640 mil por furto de energia em VG
A Polícia Civil deflagrou, nessa quinta-feira (7), a Operação Circuito Fechado, para fiscalizar 15 estabelecimentos comerciais em Várzea Grande suspeitos de furto de energia elétrica.
Os estabelecimentos, bares, boates estacionamentos e um motel, estão situados nos bairros São Matheus, Eldorado, Canelas, Parque Del Rey e Nova Suíça. Juntos, os comércios geraram um prejuízo patrimonial para a Energisa (concessionária responsável pela distribuição da energia em Várzea Grande) de aproximadamente R$ 640 mil.
Ao todo, 35 policiais civis da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), nove peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e 50 funcionários da Energisa participaram da operação.
A operação resultou na prisão em flagrante de 11 empresários pela prática de furto de energia elétrica qualificado pela fraude.
Além disso, a proprietária de um estabelecimento comercial situado no bairro Nova Suíça também foi autuada pelos crimes de casa de prostituição e exploração sexual de adolescente, visto que foram encontradas duas adolescentes em situação de prostituição no local, consumindo bebida alcoólica e ambas gestantes.
“As operações de combate ao crime de furto de energia elétrica não objetivam apenas a repressão de um crime patrimonial, mas representam o cuidado com a sociedade, já que o furto de energia elétrica representa risco concreto de incêndio, os quais podem ser fatais. Ademais, se o trabalhador de baixa renda é obrigado e se esforçar para pagar a energia elétrica todo mês, é inadmissível que o empresário dê calote na empresa e no Estado. Outrossim, durante as diligências policias, outros crimes estão sendo alvos de repressão”, afirmou a delegada Elaine Fernandes Sousa, titular da Derf.
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