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PM prende faccionado suspeito de lesionar tio com pedaço de vidro durante discussão

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Um integrante de uma facção criminosa, de 23 anos, foi preso em flagrante, na madrugada desta segunda-feira (2.2), suspeito de agredir o próprio tio, de 44 anos, com um pedaço de vidro, na zona rural de Poconé (105 km de Cuiabá). O denunciado possui passagens criminais por roubo e homicídios de rivais.

Os policiais militares da 6ª Companhia Independente receberam informações de que um homem teria sido esfaqueado na comunidade Jejum e que o suspeito estava imobilizado por testemunhas. Os militares se deslocaram acompanhados por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

No local, as equipes identificaram a vítima, com uma lesão na região do abdômen. O homem relatou que estava ingerindo bebidas alcoólicas com o sobrinho, momento em que desencadeou uma discussão. O suspeito pegou um pedaço de vidro e atingiu o tio, que foi socorrido até uma unidade de saúde.

Os policiais abordaram o denunciado ainda no local. À PM, ele relatou que integra uma facção criminosa. Além disso, afirmou que possui passagem criminal por roubo à banco no Estado de Rondônia e que estaria envolvido na morte de dois rivais, no Distrito de Chumbo, em Poconé.

O suspeito foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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