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Polícia Civil prende homem que matou colega de trabalho por ciúmes da ex-companheira

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A Polícia Civil prendeu, no sábado (18.10), um homem, de 28 anos, em Paranatinga, acusado de matar o colega de trabalho, Josafá Jerônimo dos Santos, 52 anos, horas antes, por ciúmes de sua ex-companheira.

O crime ocorreu por volta das 03h40, no bairro Concórdia. O suspeito foi até a casa da ex-companheira e viu dois colegas de trabalho nas proximidades.

Ele imaginou que um dos dois pudessem estar mantendo um relacionamento afetivo com sua ex-companheira e, por ciúmes, partiu para cima dos colegas com uma faca.

Um deles conseguiu fugir, o outro, Josafá, foi atingido com uma facada no tórax do lado esquerdo. A vítima não resistiu ao ferimento e morreu ainda no local. O Samu foi acionado e constatou o óbito.

Assim que acionada, a Polícia Civil deu início às investigações e às buscas ao suspeito. Por volta das 15 horas, ele se apresentou na Delegacia de Paranatinga, acompanhado de um advogado.

Ele recebeu voz de prisão em flagrante e o delegado de Paranatinga, Gabriel Conrado, representou pela conversão da prisão para preventiva, que foi deferida pela Justiça. Segundo o delegado, o suspeito possui passagens policiais por furto de arma de fogo e integração a organização criminosa.

“A Polícia Civil destaca a eficiência da ação integrada de inteligência e investigação, que possibilitou a rápida elucidação do crime e a prisão do autor em tempo recorde”, afirmou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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