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Polícia Civil prende quatro envolvidos suspeitos de participação em roubo com restrição de liberdade

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, prendeu em flagrante, nessa quarta-feira (1º.9), quatro suspeitos de participação em um roubo ocorrido na terça-feira (30.9), em Primavera do Leste, quando uma mulher, de 48 anos, foi rendida e levada para um cativeiro em Poxoréu.

No dia do crime, a vítima foi obrigada a realizar transferências via Pix de suas contas para diversas pessoas, além de ter seu veículo roubado.

Por causa do carro, que foi localizado pela Polícia Militar enquanto a vítima ainda estava em poder dos criminosos, ela foi encontrada. Houve um confronto entre a Força Tática e o grupo no cativeiro e dois suspeitos foram presos e dois foram mortos. A vítima foi libertada em seguida.

Após o registro do boletim de ocorrência, a vítima foi ouvida na Delegacia de Polícia de Primavera do Leste. A Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá foi acionada e conseguiu identificar um dos beneficiários das transferências, que foi localizado pelos investigadores em um condomínio de Cuiabá.

O suspeito estava trabalhando em uma obra e foi conduzido à Delegacia de Estelionato de Cuiabá, onde foi ouvido e afirmou ter vendido sua conta-corrente para um desconhecido por R$ 100.

As investigações e buscas continuaram e as equipes foram até um mercado, no bairro Altos da Glória, em Cuiabá, onde flagraram dois homens e uma mulher sacando dinheiro no caixa elétrico. Os valores eram provenientes do roubo. Diante disso, os três foram conduzidos para a delegacia. Com eles, foram apreendidos R$ 4,2 mil, que haviam acabado de ser sacados.

Todos foram autuados em flagrante pelo delegado Gustavo Godoy por roubo qualificado e associação criminosa. As investigações continuam e serão realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Primavera do Leste.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

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Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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