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Polícia investiga morte de criança de 3 anos com indícios de abuso sexual

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Uma menina de três anos morreu nesta quarta-feira após ser levada para atendimento de emergência em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Cuiabá. Segundo relatos, a criança passou mal enquanto estava na creche e foi encaminhada à unidade de saúde.

Durante o atendimento, a equipe médica observou que a menina defecou involuntariamente. “Ao higienizá-la, uma profissional identificou lesões graves na região anal, compatíveis com sinais de violência sexual”, informou a unidade de saúde. O caso foi imediatamente comunicado às autoridades policiais.

A criança chegou a ser transferida para um hospital, mas não resistiu. Apesar da suspeita de abuso, a causa oficial da morte foi registrada como parada cardiorrespiratória. Informações preliminares apuradas pelos portais Lapada Lapada e Cadeia Neles indicam que os médicos acreditam que os indícios de violência não são recentes e sugerem que a menina pode ter sido vítima de abuso sexual prolongado.

O delegado Edson Pick, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), conduz as investigações e já começou a ouvir familiares, funcionários da creche e pessoas próximas à vítima. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou detido. O caso segue sob sigilo enquanto a Polícia Civil aguarda os laudos periciais e exames complementares para esclarecer as circunstâncias da morte e confirmar a existência de violência sexual.

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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