Polícia

Polícia investiga morte de criança de 3 anos com indícios de abuso sexual

Publicado em

Polícia

Uma menina de três anos morreu nesta quarta-feira após ser levada para atendimento de emergência em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), em Cuiabá. Segundo relatos, a criança passou mal enquanto estava na creche e foi encaminhada à unidade de saúde.

Durante o atendimento, a equipe médica observou que a menina defecou involuntariamente. “Ao higienizá-la, uma profissional identificou lesões graves na região anal, compatíveis com sinais de violência sexual”, informou a unidade de saúde. O caso foi imediatamente comunicado às autoridades policiais.

A criança chegou a ser transferida para um hospital, mas não resistiu. Apesar da suspeita de abuso, a causa oficial da morte foi registrada como parada cardiorrespiratória. Informações preliminares apuradas pelos portais Lapada Lapada e Cadeia Neles indicam que os médicos acreditam que os indícios de violência não são recentes e sugerem que a menina pode ter sido vítima de abuso sexual prolongado.

O delegado Edson Pick, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), conduz as investigações e já começou a ouvir familiares, funcionários da creche e pessoas próximas à vítima. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou detido. O caso segue sob sigilo enquanto a Polícia Civil aguarda os laudos periciais e exames complementares para esclarecer as circunstâncias da morte e confirmar a existência de violência sexual.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

Publicados

em

Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA