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Policial civil acusado de agredir ex-namorada não teve prisão decretada
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O portal
vem a público esclarecer que o policial civil Walter Luís da Silva Matos, conhecido como Waltinho Produções, não teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, conforme foi publicado na noite de sexta-feira (10.10), por este veículo. O policial registrou na manhã de hoje (11) um Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Repressão de Crimes Informáticos (DRCI), contando sua versão
Posteriormente, segundo ele, compareceu espontaneamente também na manhã de hoje, à Delegacia Especializada da Defesa da Mulher para prestar depoimento e colaborar integralmente com as investigações e desmentiu que categoricamente que estaria “foragido” ou me se furtando à responsabilidade. Ele afirma que esteve prestando depoimento a delegada Judá Maali 09h até 11h25.
O policial se diz vítima de agressão por parte da Sra. Thayane Moura e que não é a primeira vez. Ele alega que já fui agredido por ela, tendo sido devidamente registrado um Boletim de Ocorrência na ocasião (Boletim de Ocorrência nº 2025.312647).
“Quanto às manchetes precipitadas e inverídicas sobre “mandado de prisão” e “fuga” registro que não apenas atentam contra minha honra e imagem, como também prejudicam a apuração dos fatos”.
Contudo, o policial não explicou o motivo de estar na frente da Casa de Thayane, da qual ele se diz vítima, uma vez que, segundo ele, tem medida protetiva contra ele.
Ele afirma, ainda por meio da nota, que serão tomadas todas as medidas judiciais cabíveis para responsabilizar aqueles que, de má-fé, promoveram a difusão de informações falsas e caluniosas, visando a necessária retratação e a reparação dos danos.Por fim, ele reitera o compromisso com a Justiça, permanecendo à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais, porém, por ora, reservando-se o direito de se manifestar detalhadamente apenas nos autos do inquérito.
Polícia
Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”
Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.
O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.
Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.
No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.
Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.
A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.
As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.
Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.
A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.
Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.
A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.
O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.
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