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Sema e PM apreendem pescado irregular na Transpantaneira

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Fiscais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e policiais militares da 1ª Companhia de Polícia Militar de Chapada dos Guimarães apreenderam nesta quarta-feira (3.9), 12,7 kg de pescado irregular em um veículo na Estrada Parque Transpantaneira, no município de Poconé.

O motorista teve o veículo S-10 apreendido e foi conduzido à Delegacia de Polícia. O infrator terá ainda que efetuar o pagamento de multa no valor de R$ 6.273,00. A apreensão foi efetuada após denúncia recebida pela equipe de inteligência do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental.

De acordo com o auto de infração, foram apreendidos 7,350 kg de filé de pintado descaracterizado (espécie de captura e transporte proibidos), 4,295 kg de piranha e 1,090 kg de bagre. Por se tratar de produto perecível, o pescado apreendido foi doado ao Lar dos Idosos de Poconé.

Em todo o Estado, estão proibidos a captura, transporte, armazenamento e comercialização de 12 espécies de peixes, sendo elas: cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado/surubim, piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré.

Denúncia

Crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou whatsapp), pelo email [email protected], pelo aplicativo MT Cidadão ou Fale Cidadão da CGE ou em uma das regionais da Sema.

Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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