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Câmara de Várzea Grande aprova reajuste salarial e verba indenizatória para contadores municipais

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Na sessão desta terça-feira (12), a Câmara Municipal de Várzea Grande aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar nº 21/2025, de autoria do Poder Executivo, que altera os anexos da Lei Complementar nº 5.149/2023, reajustando o salário vigente dos contadores municipais e instituindo verba indenizatória para a categoria.

O projeto, que já havia recebido parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) e da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização, foi relatado durante a sessão, com análise de legalidade e constitucionalidade. De acordo com o relator, a proposição está em conformidade com o artigo 46 da Lei Orgânica Municipal e com o artigo 30 da Constituição Federal, atendendo aos requisitos técnicos e jurídicos.

A medida prevê a implantação do novo salário a partir de 1º de janeiro de 2026 e a instituição de verba indenizatória no valor de R$ 5 mil, sendo R$ 3 mil fixos e R$ 2 mil vinculados a critérios de produtividade, conforme avaliação da chefia imediata.

A justificativa encaminhada pelo Executivo ressalta que a proposta busca valorizar os servidores da categoria, diante da dificuldade de atrair e manter profissionais devido ao baixo salário.

O presidente da Câmara, vereador Wanderley Cerqueira, reforçou a importância da aprovação.

“Temos enfrentado dificuldades para manter servidores efetivos, especialmente contadores, devido ao salário baixo. Essa valorização é fundamental para que possamos reter esses profissionais e garantir a continuidade dos serviços públicos”, afirmou.

O projeto foi aprovado com 21 votos favoráveis.

Assessoria de Comunicação – Câmara Municipal de Várzea Grande

Câmara de Várzea Grande aprova reajuste salarial e verba indenizatória para contadores municipais

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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