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Com liderança de Max Russi, vereadores do PSB declaram apoio a Kássio Coelho na disputa pela UCMMAT

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NESTA QUARTA (10)

Deputado mobilizou Ilde Taques e Katiuscia Manteli para articular votos em favor do vereador de Cuiabá, que concorre nesta quarta (10)._

Na véspera da eleição para a presidência da União das Câmaras Municipais de Mato Grosso (UCMMAT), marcada para esta quarta-feira (10), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), reforçou o apoio ao vereador Kássio Coelho (Podemos).

O deputado delegou aos vereadores Ilde Taques e Katiuscia Manteli (ambos do PSB) a missão de articular votos entre os parlamentares municipais do partido em favor da chapa liderada por Coelho.

Durante o ato de apoio, Ilde Taques, próximo presidente estadual do PSB, destacou que *mais de 150 vereadores da legenda em todo Estado estão mobilizados para o voto no parlamentar do Podemos de Cuiabá*. “O vereador Kássio tem o nosso apoio, tem o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, e contamos que vocês possam amanhã, a partir das 8 horas da manhã, participar na UCMMAT e carimbar o voto 11.”

A vereadora Katiuscia Mantel, presidente municipal do PSB Mulher, reforçou a fala: “Com certeza, os vereadores do estado de Mato Grosso têm muito a ganhar com a próxima gestão da UCMMAT, com o nosso vereador Kássio Coelho à frente dessa instituição tão importante para a categoria.”

A disputa pela presidência da entidade ocorre entre Kássio Coelho (Podemos), que encabeça a chapa “Novas Ideias, Novos Ideais”, com o nº 11, e Edmar Maximiano “Pelézinho” (União Brasil), de São José do Rio Claro, líder da chapa “Interior Unido por uma Gestão Moderna”, com o nº 10.

O pleito será realizado nesta quarta-feira (10), na sede da entidade, das 8h às 17h, e a posse está prevista para o dia 24 de setembro.

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Cuiabá

Dra. Mara cobra soluções para pontos finais precários do transporte coletivo em Cuiabá

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Fiscalizações realizadas pela vereadora revelaram problemas estruturais, falta de manutenção e condições precárias enfrentadas por motoristas e usuários; audiência buscou identificar responsáveis e cobrar soluções

A situação dos pontos finais do transporte coletivo de Cuiabá esteve no centro de uma audiência pública realizada nesta quarta-feira (3), na Câmara Municipal.

Convocado pela vereadora Dra. Mara, o debate reuniu representantes da Prefeitura, órgãos de fiscalização, concessionárias, trabalhadores e usuários do sistema para discutir problemas que, segundo a parlamentar, se arrastam há anos sem solução definitiva.

A audiência teve como ponto de partida fiscalizações realizadas pela própria vereadora em diferentes regiões da Capital. Durante as visitas, foram constatadas estruturas deterioradas, banheiros em condições inadequadas de uso e ausência de espaços apropriados para descanso e alimentação dos motoristas.

Ao apresentar os relatos, Dra. Mara questionou quem responde pela manutenção dos pontos finais e quais medidas efetivas estão sendo adotadas para corrigir as irregularidades encontradas.
“O que vimos em campo demonstra uma realidade que não pode ser ignorada. Existem trabalhadores cumprindo jornadas extensas sem a estrutura mínima necessária, enquanto a população também enfrenta dificuldades diariamente. Precisamos identificar responsabilidades e cobrar providências”, afirmou.

Durante o debate, uma das principais questões levantadas foi justamente a divisão de atribuições entre o município, as empresas concessionárias e os órgãos responsáveis pela fiscalização do sistema.
Representantes da administração pública e da agência reguladora apresentaram esclarecimentos sobre as competências de cada setor, mas a discussão evidenciou a necessidade de maior integração e fiscalização permanente.

Dados apresentados pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana apontam que o transporte coletivo de Cuiabá movimenta mais de 156 mil passageiros por dia e opera com 91 linhas. Apesar dos investimentos anunciados pela gestão municipal e da renovação da frota, usuários e trabalhadores relataram que problemas estruturais continuam presentes em diversos pontos da cidade.

Outro tema que chamou atenção foi o volume de recursos públicos destinados ao sistema. Segundo informações apresentadas pelo prefeito Abilio Brunini, o custo operacional da tarifa ultrapassa R$ 11 por passageiro, enquanto o usuário paga R$ 4,95, sendo a diferença subsidiada pelo município. O dado reforçou questionamentos sobre a qualidade dos serviços oferecidos diante dos investimentos realizados.

Ao final da audiência, Dra. Mara defendeu que os encaminhamentos não fiquem apenas no campo das discussões e resultem em medidas concretas.
Para a parlamentar, o primeiro passo é garantir transparência sobre as responsabilidades de cada ente envolvido e estabelecer um cronograma de ações para corrigir as deficiências identificadas nas fiscalizações.

“O cidadão paga a tarifa, o município investe recursos públicos e os trabalhadores mantêm o sistema funcionando. O mínimo que se espera é respeito e condições adequadas para todos. Nossa função agora é acompanhar os desdobramentos e cobrar que as soluções saiam do papel”, concluiu.

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