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Deputado estadual garante recursos para reforma e ampliação de UBS e aquisição de equipamentos para a Policlínica do Cristo Rei, fortalecendo a rede pública de saúde do município

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O deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB) destinou R$ 1,5 milhão em emendas parlamentares para fortalecer a saúde pública de Várzea Grande. Os recursos serão aplicados em duas importantes frentes: R$ 1 milhão para a reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Água Vermelha e R$ 500 mil para a aquisição de equipamentos destinados à Policlínica do Cristo Rei.

O investimento reforça o compromisso do parlamentar com a melhoria da qualidade dos serviços oferecidos à população várzea-grandense, ampliando a capacidade de atendimento e proporcionando mais estrutura para pacientes e profissionais da saúde.

Para Juca do Guaraná, investir na saúde é investir diretamente na qualidade de vida das famílias.

“É uma grande alegria poder contribuir com uma área tão essencial para a população. Esses R$ 1,5 milhão representam mais do que recursos financeiros; representam atendimento mais digno, estrutura adequada e melhores condições para quem busca os serviços de saúde em Várzea Grande”, afirmou o deputado.

Segundo o parlamentar, os investimentos acompanham o momento de transformação vivido pelo município e demonstram a confiança no trabalho que vem sendo desenvolvido pela gestão municipal.

“Nosso compromisso é seguir trabalhando para que os recursos cheguem onde a população mais precisa. Quando vemos obras saindo do papel, unidades sendo revitalizadas e a saúde recebendo investimentos concretos, temos a certeza de que estamos contribuindo para melhorar a vida das pessoas”, destacou Juca.

Com a destinação dos recursos, a expectativa é de ampliar a capacidade de atendimento da UBS Água Vermelha e modernizar a estrutura da Policlínica do Cristo Rei, garantindo mais eficiência e qualidade nos serviços prestados à população.

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Projeto proíbe abate de jumentos devido ao risco de extinção

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O projeto de lei que proíbe o abate de jumentos em todo o território nacional pode receber emendas de senadoras e senadores até terça-feira (2). O PL 2.613/2026 impede o abate do jumento (Equus asinus), exceto em casos de abate sanitário motivado por doenças infectocontagiosas. Após acabar o prazo de emendas, a Mesa do Senado despachará o projeto para as comissões pertinentes à matéria.

A proposta teve origem em uma sugestão legislativa, a SUG 9/2025, que foi apresentada pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal por meio do Portal e-Cidadania

Ao ser analisada na Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH), a sugestão recebeu parecer favorável do senador Fabiano Contarato (PT-ES), sendo então transformada em projeto de lei.

Para Contarato, a proposta atende à necessidade de se proteger um animal historicamente ligado ao desenvolvimento do país e reconhecido como patrimônio cultural.

“Além de preservar a espécie frente ao risco iminente de extinção, a medida promove o bem-estar animal e mitiga sérios riscos sanitários causados pelas condições precárias de transporte e abate. Trata-se de uma iniciativa que reflete o compromisso com valores éticos, a saúde pública e a sustentabilidade do agronegócio brasileiro, sem acarretar prejuízos significativos à economia nacional”, afirma Contarato em seu parecer.

Patrimônio brasileiro

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal argumenta que a forma como o jumento abatido é transportado e comercializado coloca em risco a biossegurança e, consequentemente, a própria imagem do agronegócio brasileiro — que, ressalta a entidade, é respeitado pelos elevados padrões sanitários e de controle de zoonoses.

A entidade lembra que os jumentos — também conhecidos como asnos, jegues ou jericos — foram trazidos da África para o Brasil há centenas de anos e, por serem dóceis e resistentes, ajudaram no desenvolvimento brasileiro carregando água, alimentos, materiais de construção e pessoas.

Com o passar do tempo, destaca o fórum, o jumento virou símbolo da “luta, da força e da resistência do sertanejo”, recebendo homenagens de artistas como Luiz Gonzaga e Chico Buarque e se tornando “verdadeiro patrimônio histórico e cultural”.

Ainda de acordo com o fórum, há anos os jumentos são capturados ou comprados, transportados por longos trajetos, confinados em fazendas sem biossegurança e com rastreabilidade quase inexistente. Depois, são abatidos para exportação de sua pele para a China, onde ela é usada para produzir o ejiao — que teria “propriedades medicinais não comprovadas cientificamente”. A entidade também informa que a carne do jumento é exportada para o Vietnã ou eventualmente consumida no Brasil (como charque ou jabá).

Se o abate continuar, argumenta o fórum, os jumentos podem se extinguir em poucos anos. 

Biossegurança

Os autores da sugestão também afirmam que “a rastreabilidade precária e frequentemente inexistente dentro do comércio de pele de jumento” deixa o Brasil vulnerável aos riscos de biossegurança, que podem afetar as pessoas e outros equídeos (como os cavalos), facilitando a propagação de doenças como o mormo (zoonose com 95% de letalidade em humanos).

Por essas razões, o fórum defende a proibição imediata do abate — para proteger o valor histórico-cultural da espécie, evitar sua extinção, preservar a saúde pública, preservar o agronegócio e evitar “escândalos sanitários”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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