OBRA INICIADA
Dr. João destina R$ 500 mil para garantir implantação de hemocentro em VG
Deputado destinou R$ 500 mil para reforma do Hemocentro no Cristo Rei.
Política
O deputado estadual Dr. João (MDB) visitou nesta quarta (16) as obras do novo Hemocentro de Várzea Grande. A reforma é feita com uma emenda de R$ 500 mil do parlamentar. O projeto foi articulado pelo vereador Alessandro Moreira.
A unidade será instalada no antigo prédio do DAE, no bairro Cristo Rei. A estrutura deve atender 50 doações por dia. A previsão de entrega é para setembro.
“Essa visita reforça nosso compromisso com a saúde pública”, disse Dr. João. Ele contou que a ideia surgiu após reunião com a secretária Deisi Bocalon e a prefeita Flávia Moreti. Segundo ele, o pedido do vereador Alessandro foi atendido de imediato.
O vereador comemorou o avanço. “Essa é uma conquista significativa para o nosso povo”, afirmou. Ele agradeceu a parceria com o deputado.
A secretária Deisi ressaltou a importância da nova unidade. Segundo ela, o Hemocentro vai garantir sangue para cirurgias e emergências, e vai reforçar a rede de saúde.
A prefeita Flávia disse que a obra terá impacto social direto. Para ela, o serviço vai melhorar a qualidade de vida e reduzir a dependência de outros municípios.
Dr. João prometeu acompanhar a execução. “Vamos entregar o mais rápido possível”, concluiu.
Cuiabá
Dra. Mara cobra soluções para pontos finais precários do transporte coletivo em Cuiabá
Fiscalizações realizadas pela vereadora revelaram problemas estruturais, falta de manutenção e condições precárias enfrentadas por motoristas e usuários; audiência buscou identificar responsáveis e cobrar soluções
A situação dos pontos finais do transporte coletivo de Cuiabá esteve no centro de uma audiência pública realizada nesta quarta-feira (3), na Câmara Municipal.
Convocado pela vereadora Dra. Mara, o debate reuniu representantes da Prefeitura, órgãos de fiscalização, concessionárias, trabalhadores e usuários do sistema para discutir problemas que, segundo a parlamentar, se arrastam há anos sem solução definitiva.
A audiência teve como ponto de partida fiscalizações realizadas pela própria vereadora em diferentes regiões da Capital. Durante as visitas, foram constatadas estruturas deterioradas, banheiros em condições inadequadas de uso e ausência de espaços apropriados para descanso e alimentação dos motoristas.
Ao apresentar os relatos, Dra. Mara questionou quem responde pela manutenção dos pontos finais e quais medidas efetivas estão sendo adotadas para corrigir as irregularidades encontradas.
“O que vimos em campo demonstra uma realidade que não pode ser ignorada. Existem trabalhadores cumprindo jornadas extensas sem a estrutura mínima necessária, enquanto a população também enfrenta dificuldades diariamente. Precisamos identificar responsabilidades e cobrar providências”, afirmou.
Durante o debate, uma das principais questões levantadas foi justamente a divisão de atribuições entre o município, as empresas concessionárias e os órgãos responsáveis pela fiscalização do sistema.
Representantes da administração pública e da agência reguladora apresentaram esclarecimentos sobre as competências de cada setor, mas a discussão evidenciou a necessidade de maior integração e fiscalização permanente.
Dados apresentados pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana apontam que o transporte coletivo de Cuiabá movimenta mais de 156 mil passageiros por dia e opera com 91 linhas. Apesar dos investimentos anunciados pela gestão municipal e da renovação da frota, usuários e trabalhadores relataram que problemas estruturais continuam presentes em diversos pontos da cidade.
Outro tema que chamou atenção foi o volume de recursos públicos destinados ao sistema. Segundo informações apresentadas pelo prefeito Abilio Brunini, o custo operacional da tarifa ultrapassa R$ 11 por passageiro, enquanto o usuário paga R$ 4,95, sendo a diferença subsidiada pelo município. O dado reforçou questionamentos sobre a qualidade dos serviços oferecidos diante dos investimentos realizados.
Ao final da audiência, Dra. Mara defendeu que os encaminhamentos não fiquem apenas no campo das discussões e resultem em medidas concretas.
Para a parlamentar, o primeiro passo é garantir transparência sobre as responsabilidades de cada ente envolvido e estabelecer um cronograma de ações para corrigir as deficiências identificadas nas fiscalizações.
“O cidadão paga a tarifa, o município investe recursos públicos e os trabalhadores mantêm o sistema funcionando. O mínimo que se espera é respeito e condições adequadas para todos. Nossa função agora é acompanhar os desdobramentos e cobrar que as soluções saiam do papel”, concluiu.
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