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Jornalista é agredido por esposa de vereador durante protesto contra a prefeita em VG

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O jornalista Américo Neponuceno, da TV Toninho de Souza, foi agredido na manhã desta quinta-feira (15) enquanto cobria um protesto contra a gestão da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), em frente à Câmara Municipal. O episódio ocorreu em meio a uma manifestação de servidores públicos e representantes comunitários que cobravam melhorias urgentes nos serviços básicos do município e acabou expondo o clima de tensão e descontrole que marca a atual administração.

De acordo com boletim de ocorrência registrado na Central de Ocorrências, a agressão teria sido cometida por Mônica Piaia, esposa do vereador Wender Madureira (Republicanos), um dos parlamentares que apoiaram o ato. O jornalista relatou ter sido empurrado e atingido na mão e no rosto enquanto exercia sua atividade profissional. Apesar das agressões, Américo não realizou exame de corpo de delito até o momento.

O protesto reuniu servidores e lideranças comunitárias que denunciaram o colapso de serviços essenciais em Várzea Grande, como o abastecimento irregular de água, falhas na coleta de lixo e atrasos no pagamento de empresas terceirizadas. Cartazes, faixas e um trio elétrico foram usados para amplificar as críticas à prefeita, que não compareceu ao local nem enviou representantes para dialogar com os manifestantes.

A mobilização contou com o apoio dos vereadores Wender Madureira e Feitoza (PSB), e evidenciou crescente desgaste político da prefeita, alvo de protestos recorrentes desde o início da gestão. O episódio de agressão a um profissional da imprensa, ocorrido em um ato público contra o governo municipal, reforça as críticas à condução política da prefeita e levanta questionamentos sobre a tolerância e o respeito às instituições democráticas e à liberdade de imprensa em Várzea Grande.

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Izalci Lucas cobra responsabilização de envolvidos após investigações de CPIs

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Em pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (12), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou a falta de responsabilização de culpados após as investigações realizadas por comissões parlamentares de inquérito (CPIs) do Congresso Nacional.

Ele citou como exemplos os casos das fraudes no INSS e do escândalo envolvendo os bancos BRB e Master.

Izalci lembrou que, ao longo de sua trajetória no Congresso, participou de CPIs que reuniram depoimentos, documentos e outras informações. Mas lamentou que muitas vezes os resultados não levam à responsabilização dos envolvidos. Para ele, a impunidade não pode ser “normalizada”.

— Se existem indícios, precisamos investigar. Se existem provas, precisamos responsabilizar. Não importa quem seja, qual partido represente ou qual cargo ocupe — afirmou.

O senador ressaltou que cabe ao Congresso exercer suas prerrogativas e acompanhar os casos investigados até que haja uma resposta das autoridades competentes. Ele também frisou que os Poderes precisam respeitar as competências previstas na Constituição, e que nenhuma instituição ou autoridade deve estar acima dela.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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