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Paula Calil defende diálogo e diz que vice-prefeita Vânia Rosa “deve ter espaço”

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A presidente da Câmara Municipal, vereadora Paula Calil, comentou o posicionamento da vice-prefeita Vânia Rosa, que defendeu maior autonomia na nova estrutura administrativa da Prefeitura de Cuiabá. Ela afirmou que o diálogo será mantido e que há espaço para a atuação da vice.

“Temos que ter um bom relacionamento, ela foi eleita junto com o prefeito Abílio e não há problema em dialogar. Sempre defendo o diálogo e a cordialidade. Não seria coerente pensar que a vice-prefeita não deve ter espaço, pelo contrário, ela tem que contribuir. Antes de ser candidata, ela já tinha um trabalho e coordena a Patrulha Maria da Penha. Quando diz que uma maca não a define, está certa, porque um objeto não define o ser humano. O que define são atitudes, ações e valores. Por isso, não tenho problema em reconhecer que a vice-prefeita deve ter espaço”, destacou.

Sobre a intenção de Vânia de ampliar articulação política, inclusive em Brasília, Calil disse que a Câmara está aberta. “A Câmara está de portas abertas para a vice-prefeita vir quando quiser. Fazemos uma reunião, chamamos os vereadores, aqui é a casa do povo e ela não tem problema com ninguém.”

Questionada se, agora, Vânia atenderá às suas demandas, já que no passado, quando era secretária de Mobilidade Urbana, foi criticada por não fazê-lo, respondeu: “Acredito que sim”.

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Comissão aprova incentivo a filmagens e turismo de telas

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A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui a Política Nacional de Film Commissions, estruturas públicas voltadas a apoiar produções audiovisuais e a promover o Brasil como destino de filmagens. As chamadas film commissions deverão facilitar autorizações, orientar produtoras, divulgar locações e articular ações entre o poder público e a iniciativa privada.

O objetivo é fortalecer o setor audiovisual, estimular o turismo, especialmente o turismo cultural e o chamado turismo de telas – ou seja, viagens motivadas por lugares mostrados em filmes, séries e outras produções audiovisuais –, e ampliar a economia criativa no País.

O texto lista entre os objetivos da política o mapeamento de locações, o apoio técnico e logístico às produções, a qualificação de profissionais, a criação de sistemas de informação para produtores e o estímulo a mecanismos de incentivos econômicos para atrair filmagens. Também prevê a coleta de dados e a produção de diagnósticos para orientar políticas públicas do setor.

O projeto aprovado também autoriza que os órgãos federais participantes utilizem fundos sob sua administração para financiar programas de atração de produções internacionais. A nova política passará a integrar o Plano Nacional de Cultura (PNC) e a Política Nacional do Cinema.

Por recomendação da relatora, deputada Denise Pessôa (PT-RS), o colegiado aprovou, com alterações, o substitutivo adotado pela Comissão de Turismo ao Projeto de Lei 1384/24, de autoria do deputado André Figueiredo (PDT-CE).

“O substitutivo preenche uma lacuna institucional, garantindo que a atração de investimentos ocorra de forma articulada, respeitando a transversalidade e a descentralização das ações”, defendeu Pessoa em seu parecer.

A proposta determina que a União atue de forma integrada com o Ministério da Cultura, a Ancine, o Ministério do Turismo, a Embratur, o Ministério do Desenvolvimento, a ApexBrasil e o Ministério das Relações Exteriores.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada por deputados e senadores.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rachel Librelon

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