Saúde
Quem faz abdominoplastia pode engravidar?
Saúde
Claro que pode engravidar sim. Esta é uma dúvida muito comum entre mulheres que querem fazer a abdominoplastia que remove a flacidez da barriga e corrige a diástase da parede reto-abdominal
Geralmente quem procura por esta cirurgia plástica são mulheres que já passaram por uma ou mais gestações que esticam e geram acúmulo de pele na região do abdômen.
A abdominoplastia nada interfere no potencial fértil da mulher, ou no desenvolvimento normal da gestação.
A recomendação é que na consulta com o cirurgião plástico manifeste o seu desejo de ainda engravidar e tire suas dúvidas sobre o pré-operatório da abdominoplastia sobre a cicatrização dos tecidos internos e em quanto tempo é seguro engravidar.
Geralmente o recomendado é após um ano da abdominoplastia.
GRAVIDEZ PÓS-ABDOMINOPLASTIA
A mulher que decide engravidar após a cirurgia plástica de abdominoplastia deve ter ciência que há uma maior tendência ao surgimento de estrias devido à pouca disponibilidade de pele na região abdominal, o que torna mais importante o uso de hidratantes e óleos corporais;
A barriga por ter menos disponibilidade de pele, deve ficar menor, mas não implica num espaço menor para o bebê. É importante avisar o médico obstetra que passou pela cirurgia plástica do abdômen e a data que a realizou.
A mulher em questão passa a ter limitação da expansão abdominal, o útero pode começar a pressionar o diafragma, causando maior dificuldade respiratória à gestante.
Por isso é necessário entender que quem faz abdominoplastia pode engravidar, mas não pode deixar de comunicar ao cirurgião plástico e ao obstetra, de forma que haja um planejamento conjunto da assistência à paciente e ao bebê, considerando as especificidades do caso.
COMO FICA A BARRIGA APÓS A GESTAÇÃO
Os resultados da abdominoplastia dependem de cada organismo e se a paciente segue as recomendações feitas pelo médico.
Se a paciente fizer uma alimentação saudável durante a gravidez terá baixo ganho de peso e a estética abdominal pode ser preservada. Algumas mantêm ainda a prática de exercícios com autorização do médico que acompanha a gravidez, o que pode ajudar mais ainda na preservação do abdômen.
Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic. CRM 4385 e RQE 1266. Email: [email protected]
Saúde
Hospital Central completa 100 dias de operação com cerca de 3 mil procedimentos realizados
Responsável por implantar a cirurgia robótica no Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso, o Hospital Central de Alta Complexidade, unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, completa 100 dias de operação nesta quarta-feira (29.4).
Ao longo deste período, a unidade já realizou mais de 2.600 consultas em sete especialidades médicas, mais de 15.400 exames de imagens e de análises clínicas, além de 290 cirurgias, dentre elas 11 robóticas.
Desde o início dos serviços do Hospital Central, em 19 de janeiro de 2026, os cuidados de saúde de alta complexidade na unidade estão disponíveis para moradores dos 142 municípios de Mato Grosso. A implantação dos serviços ganha escala a cada mês.
Já em fevereiro, o centro cirúrgico começou a realizar os procedimentos programados. Em março, entraram em operação as UTIs Adulto e Pediátrica. Atualmente, as especialidades ofertadas são cirurgia ortopédica pediátrica, cirurgia pediátrica, urologia, cirurgia do aparelho digestivo, ginecologia, cardiologia e anestesiologia. Ao todo, serão dez especialidades em plena operação em 2026.
Alguns serviços foram ampliados e estão sendo ofertados além do programado. A cardiologia pediátrica encerrou abril com 76 consultas realizadas e cerca de 27 procedimentos invasivos. O atendimento ginecológico foi antecipado de abril para março, com oferta de consultas e exames voltados ao diagnóstico precoce. A neurocirurgia também teve seu início antecipado, passando a absorver casos de altíssima complexidade. Já os primeiros procedimentos invasivos, como cirurgias cardíacas e intervenções de hemodinâmica pediátrica, estão previstos para o primeiro semestre.
“Ainda que a implantação se dê de forma gradativa, atingimos resultados que superam as expectativas. E o que esperamos é ampliar cada vez mais nossa capacidade, extrapolando as metas”, pontua a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor.
Um dos principais feitos foi a realização, pela primeira vez pelo SUS no Estado, de procedimentos cirúrgicos de robótica. Assim que iniciada a operação do centro cirúrgico, ainda em fevereiro, a primeira intervenção de retirada total da próstata para tratamento de câncer foi realizada. Outro procedimento foi realizado em março. Já no último fim de semana, integrantes da equipe do programa de cirurgia robótica do Einstein estiveram em Cuiabá e, junto a outros quatro urologistas do Hospital Central, realizaram o mutirão de prostatectomia em nove pacientes.
O programa de robótica do Einstein já acumula mais de 16 mil procedimentos realizados e mais de mil profissionais capacitados, sendo a principal plataforma de ensino da América Latina na área. Em Cuiabá, essa expertise já começa a ser transferida: 13 profissionais do Hospital Central, entre médicos urologistas, ginecologistas, cirurgiões pediátricos e do aparelho digestivo, além de enfermeiros e técnicos de enfermagem, já passaram pela capacitação. Ao longo do ano, outras especialidades serão contempladas além da urologia.
O quadro de profissionais também é outro fator de expansão gradativa do Hospital Central. A unidade já conta com mais de 1.000 colaboradores, além de um time de 351 médicos de 36 especialidades diferentes. Quase 30% desses especialistas optaram por mudar de Estado pela oportunidade de atuar na unidade. Até a implantação plena, mais de 2 mil profissionais atuarão na unidade.
“Este é um projeto de parceria entre o Einstein e o Governo do Estado para garantir a entrega a toda população de uma saúde pública eficiente, vocacionada à excelência e com um time grande de talentos. E os primeiros 100 dias do Hospital Central já demonstram que isso é possível”, acrescenta Alessandra Bokor.
Sobre o Einstein
O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statist Inc.
Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.
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