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Presidente da Câmara, Wanderley Cerqueira, assegura: ‘Vereador vai fiscalizar e legislar, doa a quem doer!’

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Nesta terça-feira, 11, durante uma entrevista à imprensa, o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira, esclareceu que a operação da Polícia Federal foi um fato isolado, envolvendo apenas dois gabinetes, e não reflete a atuação da Câmara Municipal. A delegada mencionou irregularidades ocorridas no período eleitoral de 2024, mas destacou que o caso está sob segredo de justiça.

Sobre a declaração do presidente do CRM a respeito da cassação de um vereador, enfatizei que “o papel do vereador é fiscalizar e atuar em prol da população”. Aproveitei para destacar a situação preocupante nos serviços de saúde: muitos médicos não estão ausentes e, pessoalmente, já levei essa questão à prefeita e à secretária de Saúde. No pronto-socorro, por exemplo, encontrei apenas um ortopedista disponível, o que é inaceitável!

Ontem, estive no Pronto Socorro e pedi ao coordenador que contatasse a secretária para confirmar essa realidade preocupante. É inadmissível que, em uma situação de emergência, os cidadãos enfrentem a falta de atendimento médico. Se o CRM tem críticas a fazer, que as faça a quem corresponde; eu estou aqui para cumprir o meu papel de vereador, que é fiscalizar e legislar em benefício da comunidade.

“Vamos continuar lutando por melhorias e pelo bem-estar da nossa população: papel do vereador, fiscalizar e legislar, e esse papel nós vamos fazer, doa a quem doer!”



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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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