Cultura

Cinema brasileiro perde Jean-Claude Bernardet

Publicado em

Cultura

O ícone do cinema brasileiro, Jean-Claude Bernardet, morreu neste sábado (12) aos 88 anos. Crítico, diretor, roteirista e ator, Bernardet foi uma referência no audiovisual no país.

Segundo amigos, ele teria sofrido um AVC e estava internado em um hospital em São Paulo. O velório será neste domingo (13), entre uma e cinco da tarde, na Cinemateca Brasileira, na capital paulista.

Belga naturalizado brasileiro, Jean-Claude chegou ao país aos 13 anos, em 1949. Pensador e professor, ele deu aulas na Universidade de Brasília, onde ajudou na criação do curso de cinema, e na Universidade de São Paulo.

Teve papel de destaque principalmente nos estudos de cinema, com críticas e com diversos livros publicados. Entre eles: Brasil em Tempo de Cinema e Cineastas e Imagens do Povo. Jean-Claude também foi roteirista e ator em mais de uma dezena de filmes.

Em nota de pesar, o Ministério da Cultura se solidarizou com familiares, amigos e admiradores desse importante nome do cinema do Brasil.

A Cinemateca Brasileira também lamentou a morte e expressou solidariedade. Afirmou que Jean-Claude era uma figura central e incontornável do pensamento e da produção cultural brasileira, um nome de importância ímpar nos estudos da sétima arte. E destacou que ele teve uma capacidade excepcional de análise de forma totalizante, acreditando na interlocução entre a crítica e a produção cinematográfica.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

Publicados

em

Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA