Cultura
Nas redes sociais, artistas e público lamentam morte de Angela Ro Ro
Cultura
Morreu na manhã desta segunda-feira (8), no Rio de Janeiro, a cantora e compositora Angela Ro Ro. A artista estava hospitalizada desde junho com quadro de infecção pulmonar, e não resistiu ao agravamento da doença.

Angela Ro Ro destacou-se por sua voz rouca e era conhecida também por sua atitude, marcada pela ironia, humor e franqueza. Foi autora de mais de uma centena de gravações em 14 discos próprios, além de participações em coletâneas especiais.
Veja também: Cantora, compositora e pianista: conheça a história de Angela Ro Ro
Angela Ro Ro: vida e obra
Sua carreira começou na primeira metade da década de 1970, quando morou na Inglaterra, chegando a cantar em pubs e a participar de uma faixa do LP Transa, de Caetano Veloso, tocando gaita.
De volta ao Brasil, participou em 1974 do Festival de Rock de Saquarema, no Rio de Janeiro, onde também se apresentou Rita Lee. O primeiro disco solo foi lançado em 1979 e fez sucesso com a canção Amor, meu grande amor, uma parceria com Ana Terra.
A cantora teve o reconhecimento de público e de crítica em discos de anos seguintes com diversas faixas nas quais se afirmou como autora e intérprete.
Manifestações de pesar
Nas redes sociais, artistas e público manifestaram comoção pela morte. A cantora Maria Bethânia postou uma foto das duas e escreveu “Só amor”. Zélia Duncan agradeceu a Angela Ro Ro pela coragem e luta que a artista deixou como caminho, além da voz inigualável e canções belas e profundas.
Já a atriz Zezé Motta destacou a amizade de mais de meio século com a artista e a exaltou como dona de um talento incrível.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, disse que recebeu com muita tristeza a notícia do falecimento de Angela Ro Ro, e escreveu:
“Uma artista verdadeira, de uma grandeza admirável e que marcou nossa música com sua voz, deixando uma contribuição importante pra cultura brasileira.”
*Com informações da Agência Brasil.
Cultura
Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe
No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.
Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.
Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.
Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.
Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.
A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.
A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.
-
Polícia4 dias atrásPM apreende veículo com 200 frascos de perfumes sem nota fiscal em rodovia estadual
-
Política6 dias atrásCâmara aprova fim da escala 6×1 com jornada máxima de 40 horas semanais; acompanhe
-
Polícia4 dias atrásPM apreende veículo com 200 frascos de perfumes sem nota fiscal em rodovia estadual
-
Mato Grosso5 dias atrásPRÉ-CAMPANHA NÃO É TERRA SEM LEI
-
Mato Grosso5 dias atrásPrefeito de Chapada afirma que acordo com a Energisa está sendo pago e rebate possibilidade de intervenção no SAAE
-
Cuiabá6 dias atrásHMC implanta agendamento imediato de consultas pós-operatórias para pacientes da ortopedia
-
Esportes6 dias atrásMédico confirma lesão e Neymar está fora dos amistosos antes da Copa
-
Política6 dias atrásDocumento lançado na Câmara lista 51 projetos de lei sobre dignidade menstrual








