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Polícia Militar e Sema apreenderam 47 quilos de pescado em Barão de Melgaço

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Equipes do Batalhão Ambiental da Polícia Militar e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) apreenderam 47 quilos de pescado irregular, na zona rural de Barão de Melgaço, na noite desta quarta-feira (17.9). O pescado foi encontrado abandonado em um veículo.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes realizavam barreiras de fiscalização e abordagens de rotina, na estrada de Croará. Durante abordagem a um carro, os policiais flagraram que o condutor de um segundo veículo, que vinha na mesma direção, abandonou o carro antes da barreira e fugiu correndo em uma mata.

Diante da suspeita, os policiais e agentes estaduais se deslocaram ao veículo, sendo um Gol branco, e encontraram a grande quantidade de pescado.

Foram localizados, ao todo, quatro unidades de Cacharas, 14 Piraputangas, quatro Piavuçus, sete Pacus, 11 Bagres e 62 Pacupevas, totalizando pouco mais de 47 quilos de pescado, que estavam sendo transportados de forma irregular, além de algumas espécies estarem sendo proibidas de pesca.

Os policiais recolheram o pescado e encaminharam os peixes para a Delegacia Especializada de Meio Ambiente para demais providências. O veículo teve seu proprietário identificado e foi apreendido pela PM.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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