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MNBA inaugura exposição que transforma tapumes em galeria a céu aberto

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Em reforma, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugura nesta quinta-feira (4) a exposição “Bela Moderna Contemporânea”, que ocupa os tapumes no entorno do prédio histórico. O local, transformado em uma galeria temporária a céu aberto, rompe com as fronteiras entre o institucional e o urbano, aproximando ainda mais o público das obras. 

Ao todo, a mostra reúne 53 artistas de diversas regiões do país, entre nomes já consagrados, como Rogério Reis e Maya Rodrigues, e outros com pouca circulação nacional.

Marco Antonio Portela, um dos curadores da exposição, fala sobre a diversidade dos trabalhos apresentados.

“A gente chamou para essa ocupação dos tapumes artistas de várias escolas, de vários estilos. Existe uma predominância da imagem fotográfica, porque como os trabalhos são impressos em lambe-lambe, vários artistas optaram pela imagem fotográfica. Mas vamos ter desenho, palavra, técnicas mistas, colagens”.

O curador explica ainda o objetivo da exposição.

“A ideia é uma figura de convite, um trazer o espectador para perto, e com isso a gente espera que o carioca, antes de tudo, sinta prazer em passar pela calçada e estar em contato com as obras, e no segundo momento, quem sabe, se interessar mais pela arte e passar a vir a ser um visitante habitué do museu”.

Quem passar pela exposição “Bela Moderna Contemporânea” pode conhecer ainda a mostra “Breu”, com fotografias de Vicente de Mello, em cartaz na Galeria de Moldagens 2. Todas com entrada gratuita. As atividades fazem parte da programação do Museu Nacional de Belas Artes para manter o contato com a população mesmo durante as obras.


Fonte: EBC Cultura

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Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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