Polícia
Polícia Civil prende foragido do Pará investigado por homicídio em Pontes em Lacerda
Polícia
A Polícia Civil prendeu, na noite da última sexta-feira (12.12), um homem, de 22 anos, foragido da Justiça do Pará e investigado pelo homicídio de João Augusto Ribeiro dos Santos Lopes, de 22 anos, assassinado em junho desse ano.
A prisão foi realizada pela equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda, após intensas investigações sobre lideranças de uma facção criminosa no garimpo da cidade. Durante as apurações, foi identificado que o suspeito ostentava armas em redes sociais.
Homicídio
Em meio à investigação sobre a facção, o delegado Rômulo Schifer e a os investigadores apuraram que o suspeito também tinha participado da morte de João Augusto Ribeiro dos Santos Lopes.
A vítima se envolveu em uma briga dentro de uma boate no bairro Santa Cruz, em Pontes e Lacerda, na madrugada do dia 15 de junho deste ano, foi colocada em um carro preto e desapareceu, assim como sua motocicleta Honda Biz 125.
O pai da vítima registrou um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento no dia 16 de junho. Porém, no dia 17, o corpo de João Augusto foi encontrado no bairro Cantão, zona rural de Pontes e Lacerda.
A vítima foi rendida com arma de fogo, torturada, teve pés e mãos amarrados, a orelha arrancada e foi assassinada com cortes no pescoço.
Investigação
Durante a investigação sobre o crime, a Polícia Civil prendeu um envolvido e identificou que o suspeito que estava sendo investigado como uma das lideranças da facção criminosa no garimpo havia sido um dos homens que rendeu a vítima João Augusto.
“Por conta disso, ficou ainda mais intensa a investigação com o intuito de qualificá-lo e, se possível, prendê-lo, pois, até então, sabíamos da participação dele, tínhamos foto, mas não tínhamos a qualificação dele, somente o apelido”, afirmou o delegado Rômulo Rômulo Schifer
Na sexta-feira (12.12), o suspeito foi encontrado em uma casa no bairro Florais, em Pontes e Lacerda, após a Polícia Civil receber uma denúncia. Quando a equipe chegou ao local, o suspeito e um comparsa tentaram fugir pelos fundos da casa, mas foram abordados.
Na casa, foram apreendidas duas armas, carregadas, ao todo, com 20 munições. Mais 12 munições espalhadas pelo quarto, balanças de precisão, porções de maconha e cocaína, embalagens do tipo ziplock, utilizadas para embalar drogas, documentos e R$ 42 em espécie.
O suspeito e o comparsa foram levados para a delegacia por posse ilegal de drogas e de arma de fogo. Na unidade foi descoberto que ele estava foragido da Justiça do Pará, pelo crime de roubo, após receber o benefício de saída temporária da unidade prisional e não retornar para a prisão.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”
Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.
O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.
Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.
No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.
Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.
A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.
As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.
Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.
A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.
Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.
A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.
O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.
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