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Museu do Amanhã completa 10 anos com exposição sobre os mares

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O Museu do Amanhã,  no Rio de Janeiro, completa 10 anos nesta quarta-feira (17) com uma programação especial, que inclui entrada gratuita durante todo o dia e inauguração da exposição Oceano – O Mundo é um Arquipélago, que propõe uma jornada sensorial pelas profundezas dos mares.

A ideia é convidar o público a uma reflexão sobre a vida marinha, suas inteligências e seus futuros possíveis, inspirando a imaginação para novos modos de relação entre sociedade e oceano. A mostra faz parte de mais de 60 já realizadas nesses dez anos, com marcos como Amazônia, em 2022, de Sebastião Salgado, e Coronaceno: Reflexões em Tempos de Pandemia, de 2021.

Camila Oliveira, gerente geral de conteúdo do Museu, fala sobre a expectativa de público para a data.

“Geralmente a gente tem como incidência de público, em dias gratuitos, é de 4 mil pessoas, também considerando ponto facultativo na cidade. Então a gente está nessa expectativa de a gente receber, aqui no aniversário do Museu, em média, 4 mil pessoas”.

As atrações continuam no ano que vem, segundo Camila Oliveira, que cita  algumas delas.

“As comemorações seguem ao longo de 2026. A gente já teve prévias importantes em 2025. Nessa programação a gente tem em janeiro, o mês de férias no museu, com uma série de atividades educativas. Além disso, a gente inaugura o Intercâmbio de Verão que faz parte do círculo curatorial do Museu do Amanhã, que a gente chama de imbioses”.

Além das atividades culturais, durante esses dez anos de existência, o Museu do Amanhã foi marcado por diversos eventos públicos, especialmente os ligados à agenda climática. O objetivo do espaço é se debruçar sobre os cenários futuros do Brasil e do mundo.

O Museu do Amanhã fica na Zona Portuária carioca, também conhecida pela variedade de atividades artísticas e de lazer. Em uma década, o espaço atraiu mais de 8 milhões de visitantes e está entre os museus mais frequentados da América Latina. 


Fonte: EBC Cultura

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Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe

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No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.

Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.


Retrato
Retrato

Retrato “Marilyn”, serigrafia de Andy Warhol.

Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.

Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.

Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.

A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.

A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.


Fonte: EBC Cultura

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