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Força Tática prende faccionada de 60 anos por tráfico de drogas e apreende R$ 3,2 mil em espécie

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam uma mulher, de 60 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quinta-feira (18.12), em Poconé. Com a suspeita, foram encontradas 13 porções de drogas, entre maconha e cocaína, além de uma nota de dez dólares e R$ 3.224,00 em dinheiro.

Durante patrulhamento tático, os policiais receberam uma denúncia de que uma mulher estava comercializando drogas em seu próprio bar. A equipe policial se deslocou até o endereço indicado e localizou a suspeita.

Na abordagem, os militares localizaram quatro porções de pasta base e uma quantia de R$ 300**,** próximo a um vaso de planta. Questionada sobre a droga, a suspeita confirmou que recebe as substâncias de um membro de uma facção criminosa, responsável pela comercialização de entorpecentes na região.

Em seguida, os policiais realizaram buscas no interior do bar e encontraram mais quatro porções de maconha e cinco porções de pasta base, uma nota de dez dólares e outra quantia de R$ 2.924,00. Diante dos fatos, a suspeita foi encaminhada para a delegacia, juntamente com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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