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Polícias Civil e Militar prendem condenado a nove anos de prisão em Arenápolis

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A Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, cumpriu, nessa quinta-feira (18.12), em Arenápolis, um mandado de prisão contra um homem, de 32 anos, foragido da Justiça.

A ação teve início após a Polícia Civil receber informações de que o indivíduo condenado a nove anos e dois meses de prisão por corrupção de menores, posse irregular de arma de fogo e tráfico de drogas estaria escondido em uma residência na cidade.

Diante da denúncia, foram realizadas buscas e investigações, que confirmaram a veracidade dos fatos.

Considerando a periculosidade do foragido, foi solicitado o apoio da Polícia Militar para garantir a segurança da operação. Com a atuação conjunta das forças policiais, o mandado de prisão foi devidamente cumprido, sem intercorrências.

“A Polícia Civil reforça que segue atuando de forma contínua e integrada com as demais forças de segurança, com o objetivo de garantir a ordem pública e a segurança do cidadão de bem”, afirmou o delegado de Arenápolis, César Henrique Ferreira.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Gaeco investiga servidores que usavam estrutura de prefeitura para promover facção criminosa em MT

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop, a 451 km de Cuiabá, cumpriu, nesta terça-feira (2), quatro mandados de busca e apreensão contra dois servidores da Prefeitura, que integravam cargos de confiança e são suspeitos de ligação com a facção criminosa Comando Vermelho.

A ação faz parte da Operação “Aliança Oculta”, que investiga a possível influência da organização criminosa na estrutura administrativa do município de Sinop.

As investigações começaram após a apreensão de celulares com traficantes em operações anteriores do Gaeco, com autorização da Justiça. Durante a análise do conteúdo dos aparelhos e de documentos apreendidos, a perícia identificou que festas populares vinham sendo realizadas com recursos da facção.

Esses eventos, embora apresentados como entretenimento, eram usados para promover a organização criminosa, atrair jovens e ampliar sua influência nas comunidades.

Os investigadores identificaram que grupos criminosos promovem ações públicas para ganhar aceitação social e fortalecer a atuação. Os servidores da Prefeitura de Sinop seriam responsáveis por facilitar ações do grupo, inclusive com o uso da estrutura pública para obtenção de vantagens e expansão das atividades criminosas.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos celulares, documentos e mídias digitais, que passarão por perícia e serão objetos de uma nova investigação que segue em andamento.

A ação contou com o apoio do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, do 3º Comando Regional da Polícia Militar, da 26ª Companhia Independente de Força Tática e da Polícia Judiciária Civil de Sinop.

O Gaeco é uma força-tarefa permanente formada por integrantes do Ministério Público, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, que atuam de forma integrada no combate ao crime organizado.

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