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Vigia Mais MT aumenta em 65% número de veículos recuperados com auxílio de câmeras de monitoramento

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Em 2025, o programa Vigia Mais MT auxiliou na recuperação de 241 veículos roubados ou furtados e que foram devolvidos aos proprietários. O valor representa aumento de 65% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram recuperados 146 veículos.

No ano passado, o programa permitiu a devolução de R$ 10,5 milhões de bens à vítimas de diversos municípios de Mato Grosso, que aderiram ao programa Vigia Mais MT. No ano anterior, o valor chegou a R$ 7,6 milhões.

Do total de veículos recuperados, foram 134 carros, 98 motocicletas e nove caminhões devolvidos às vítimas. Sendo que, 20 deles foram identificados como clones de veículos que circulavam em Mato Grosso e até mesmo em outros estados.

A identificação de veículos roubados ou furtados é possível a partir de câmeras de monitoramento com tecnologia de reconhecimento de placas de veículos, adquiridas por meio do programa Vigia Mais MT, lançado em março de 2023.

O secretário-adjunto de Integração Operacional (Saiop), coronel PM Fernando Augustinho, reforçou que o aumento das recuperações representa o compromisso dos investimentos feitos pela gestão Mauro Mendes e conduzidos pelo secretário de Segurança, coronel PM César Roveri, com o objetivo de proteger o patrimônio da sociedade mato-grossense.

“Em 2023 assumimos o compromisso de colocar em prática o programa Vigia Mais MT, juntando a ação das forças de segurança com auxílio de tecnologia de ponta e estamos ampliando cada vez mais a segurança aos cidadãos mato-grossenses com o enfrentamento da criminalidade e mostrando que a população pode contar conosco”, reforçou.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Trecho de rodovia mostra desgaste precoce após investimento de R$ 130 milhões

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início, nesta segunda-feira (1), à inspeção na MT-170 após denúncias de que trechos da rodovia, que consumiram milhões de reais em recursos públicos, já estão destruídos menos de um ano após a entrega. A vistoria vai subsidiar uma auditoria para apurar a qualidade da pavimentação, a aplicação dos recursos e a responsabilidade das empresas contratadas.

“As informações que nós temos é que tem um trecho entre Castanheira e Juruena que está totalmente destruído. Só que, como é tudo o mesmo projeto, daqui a pouco toda a rodovia vai estar destruída. A MT 170 virou farelo e ela custou milhões”, afirmou o presidente.

Ao longo dos próximos dias, o presidente e a equipe técnica seguirão por Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira e Juruena. Além do registro dos pontos críticos de cada lote dos contratos, também serão realizadas reuniões com prefeituras e entidades locais para colher relatos da população.

“Temos recebido muita reclamação de toda essa região para onde estamos indo. Então, queremos ouvir as pessoas. Todo mundo pode acompanhar nossa caravana, é o Tribunal de Contas com o pé na estrada”, reforçou Sérgio Ricardo.

O presidente explicou ainda que um dos pontos da auditoria é a regularidade do seguro das obras, já que a falta de cobertura pode inviabilizar a garantia para refazer os trechos danificados. “O artigo 618 do Código Civil diz que a empresa tem que garantir a manutenção por cinco anos. Mas, se não tem seguro, não tem como cobrir o estrago.”

A rodovia MT-170, antiga BR-174, foi estadualizada em junho de 2022 para acelerar a pavimentação. A obra se divide em duas frentes: uma de pavimentação nova, entre Castanheira e Colniza, e outra de recuperação, do entroncamento com a BR-364 até Castanheira, passando por Brasnorte e Juína.

Em um dos trechos mais críticos, executados pela empresa MT-Sul, foram pagos cerca de R$ 130 milhões, conforme levantamento preliminar do Tribunal. “É um trecho em que a MT-Sul já recebeu R$ 130 milhões e a estrada está totalmente destruída em um ano”, ressaltou Sérgio Ricardo.

Na última semana, lideranças da Região Noroeste denunciaram ao presidente que a má qualidade da via tem gerado prejuízos ao escoamento da produção, ao transporte de pacientes e à segurança dos motoristas.

Diante do cenário, foram convocadas para prestar esclarecimentos no TCE-MT as quatro empresas responsáveis pela execução (MT-Sul, Guache, Cavalca e Agrimat), além da Consol, que foi contratada pelo Governo do Estado para fiscalizar as demais.

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