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Samba, bloco Afro, Turma da Mônica… São Paulo comemora 472 anos

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Neste aniversário, a capital paulista tem programação gratuita para o público aproveitar a data: às 15h, o Instituto Moreira Salles recebe uma roda de samba em homenagem a Geraldo Filme, com as velhas guardas das escolas Camisa Verde e Branco, Unidos do Peruche, Nenê de Vila Matilde e Vai-Vai. A partir das 15h30, na praça da Pina Contemporânea, tem ensaio aberto do bloco Afro Ilú Obá de Min.

No Theatro Municipal, o criador da Turma da Mônica, Maurício de Sousa, é homenageado nos seus 90 anos com o concerto da Orquestra Experimental de Repertório, que apresenta trilhas dos personagens. O espetáculo acontece às 17h e os ingressos podem ser retirados pelo site ou duas horas antes do evento na bilheteria presencial.

Tem música também nos centros culturais espalhados pela cidade: o grupo Língua de Trapo toca no Centro Cultural da Penha às 19h; na Vila Itororó, Ana Cañas canta Rita Lee às 18h e, no Centro Cultural São Paulo, a partir das 17h, tem shows de Cida Moreira, Roberto Riberti e das bandas Made in Brazil e 365.


Fonte: EBC Cultura

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Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe

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No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.

Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.


Retrato
Retrato

Retrato “Marilyn”, serigrafia de Andy Warhol.

Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.

Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.

Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.

A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.

A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.


Fonte: EBC Cultura

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