Cultura
Em SP, TV Brasil transmite neste sábado o desfile do Grupo de Acesso 2
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Em São Paulo os desfiles das escolas do Grupo de Acesso 2 começam neste sábado no Sambódromo do Anhembi , as escolas concorrem a duas vagas no Acesso 1 do carnaval de 2027. O desfile será transmitido pela TV Brasil apenas para São Paulo

Das dez escolas que desfilam neste sábado na avenida, cinco já passaram pelo grupo especial.
A primeira a desfilar, a partir das oito da noite, é a Amizade Zona Leste, com o enredo “Xangô e Iansã – O casal do Dendê no Ilê do Amizade”.
Depois, vem a Imperatriz da Pauliceia, com “Congá, o altar sagrado da minha fé”. Na sequência, a Torcida Jovem chega com o enredo “ Axé – Raízes e Ritmos da Cultura Afro-baiana”, seguida pela bicampeã do grupo especial – a X-9 Paulistana, que traz o enredo “Yvy Marã Ei: A Busca pela Terra Sem Mal”. O enredista da escola, Leonardo Dahi explica a ideia de refletir sobre a preservação da natureza a partir de um mito dos povos guaranis.
A quinta agremiação a desfilar neste sábado é a Unidos de São Lucas, com “Meu tambor é ancestral, heranças e riquezas de um povo… um Brasil de festas pretas!” Depois, é a vez do Unidos do Peruche, que apresenta o enredo “Oi! Esse Peruche Lindo e Trigueiro. Terra de Samba e Pandeiro”. Felipe Milanês, assistente do carnavalesco Chico Spinosa, comenta a homenagem do Peruche ao pandeiro, trazendo a história cronológica, mostrando a chegada do instrumento no samba.
A sétima escola é o Morro da Casa Verde, que leva para a avenida “Santo Antônio de Batalha faz de mim batalhador”, seguida pelo Imperador do Ipiranga com o enredo “Berijóó, Inopí Doum – Ibeji”. A penúltima agremiação a desfilar é a Uirapuru da Mooca com “Maria Felipa – No Balanço da Maré, a Heroína da Independência”.
Quem fecha os trabalhos na madrugada de domingo é a Primeira da Cidade Líder, com “Paulo Barros, o Gênio do Carnaval”, numa homenagem ao carnavalesco.
Desde 2022, os cortejos do Grupo de Acesso 2 passaram a acontecer no sábado anterior ao dos desfiles do Grupo Especial.
O público pode assistir aos desfiles deste sábado de graça das arquibancadas do Anhembi. Não é necessário retirar ingressos antes, abertura a partir das seis da tarde. Para facilitar o acesso ao sambódromo, haverá linha especial de ônibus saindo dos terminais da Barra Funda e do Tietê.
*Com colaboração de Carolina Pavanelli e produção de Bel Pereira
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Muito além da loira fatal: mostra celebra 100 anos de Marilyn Monroe
No dia 1º de junho, um dos grandes ícones da era de ouro de Hollywood completaria 100 anos: a atriz estadunidense Marilyn Monroe. Para marcar a data, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo apresenta a “Mostra Marilyn Monroe 100 anos” com a exibição de doze filmes estrelados pela artista.

Marilyn se consagrou no imaginário da cultura pop como a loira fatal. Mesmo quem não assistiu ao filme “O Pecado Mora ao Lado”, dirigido por Billy Wilder, deve conhecer a famosa cena da loira com o vestido branco esvoaçante na grade do metrô.
Julgada à época pela aparência, numa indústria dominada por homens, a atriz teve uma carreira de 15 anos entre o primeiro e último filme não finalizado. Ela morreu aos 36 anos, em agosto de 1962, vítima de uma overdose de remédios.
Nascida Norma Jeane Mortenson na cidade de Los Angeles, ela passou a infância entre orfanatos e lares adotivos, começou a carreira como modelo e adotou Marilyn Monroe como nome artístico.
Alçada à fama em filmes como “Os Homens Preferem as Loiras”, e “Quanto Mais Quente Melhor”, além de “O Pecado Mora ao Lado”, Marilyn queria ser vista para além dos estereótipos que interpretava. Ela foi pioneira ao ser uma das primeiras mulheres a criar uma produtora de filmes em 1954 para ter mais controle da própria carreira.
Com a vida privada espetacularizada, o talento de Marilyn Monroe muitas vezes foi reduzido à imagem de ícone frágil e trágico. Nesta semana, o público tem a chance de fazer uma imersão na filmografia da atriz, na mostra que acontece no Museu da Imagem e do Som na capital paulista.
A curadoria, feita por André Sturm, deu destaque a trabalhos menos conhecidos estrelados por Marilyn: do primeiro papel com fala da atriz, no filme “Idade Perigosa”, ao primeiro papel de protagonista em “Mentira salvadora”. Tem ainda “Só a mulher peca”, drama noir de Fritz Lang, “O rio das almas perdidas” de Otto Preminger e dois longas de John Huston “O segredo das joias” e “Os desajustados”.
A mostra segue até o próximo domingo (7) e os ingressos custam entre R$ 3 e R$ 6. Detalhes da programação no site do MIS e, quem visitar o local, também pode conferir a última sessão de fotos de Marilyn Monroe, feitas numa entrevista para a revista Life na casa da atriz pelo fotógrafo Allan Grant. Muitas das fotografias da sessão, não publicadas na revista, chegam ao público pela primeira vez.
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