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“Eu sinto a dor dos ataques que meu filho sofre”, diz Virginia Mendes após decisão que multou Pedro Taques

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, reagiu à decisão da juíza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, da 10ª Vara Cível de Cuiabá, que aplicou multa ao ex-governador Pedro Taques por descumprimento de ordem judicial que o proibia de fazer acusações sem provas contra o filho Luis Mendes.

A decisão foi proferida na última terça-feira, 11.02, após a constatação de publicações com acusações mesmo diante de liminar que vedava imputações sem comprovação. A multa é de R$ 2 mil por publicação, podendo chegar a R$ 5 mil em caso de nova violação, com advertência sobre possível crime de desobediência.

Ao se manifestar sobre a decisão, Virginia afirmou que a medida adotada restabelece os limites diante dos ataques direcionados à sua família.

“Eu sinto a dor dos ataques que meu filho sofre. Ele é um menino trabalhador, que muitas vezes vira a noite trabalhando, e está sendo injustiçado com mentiras. Qualquer mãe no meu lugar estaria sofrendo da mesma forma. A Justiça foi feita e sou grata por isso, mas não desejo que nenhuma outra mãe passe pelo que estou passando. Atingir a família é ultrapassar todos os limites, é baixaria de último nível”, declarou.

A primeira-dama foi além ao afirmar que ataques pessoais revelam a falta de argumentos políticos.

“Quando não há o que apresentar, tentam atingir a família. A população está cansada de mentiras. Me sinto aliviada ao ver a Justiça sendo feita. A máscara da maldade está caindo”, afirmou.

Virginia destacou que críticas à gestão fazem parte da atividade política, porém ressaltou que a família deve ser respeitada e mantida fora de ataques.

“Podem criticar a gestão. O que não se pode admitir é usar a família como alvo. Esse sempre foi um limite que respeitamos. Cada pessoa responde pelos seus atos, diante da Justiça e diante de Deus. A lei do retorno existe, e quem planta maldade não colhe bênçãos. Que Deus nos livre das maldades alheias”, concluiu.

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

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