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Rio espera receber 6,8 milhões de foliões apenas em blocos de rua

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A capital fluminense espera receber 6,8 milhões de foliões apenas nos blocos de rua. A Riotur, empresa municipal de turismo do Rio, autorizou 462 blocos a desfilarem no carnaval carioca.

Programação

Na tarde de hoje (16), a Banda da Inválidos faz seu desfile ao som de marchinhas pelas ruas de um dos bairros mais boêmios do Rio, a Lapa, no Centro da cidade. A folia só deve terminar no fim da noite. Tem Carnaval também na zona oeste, em Santa Cruz, onde o Unidos do Largo da Bica animará, a partir das 19h.

A terça-feira (17) de Carnaval na capital fluminense será o dia com o maior número de blocos pela cidade: 56. A folia começa cedinho, com o Fervo da Lud, às 7h da manhã, reunindo uma multidão no circuito de megablocos, no Centro. Em Santa Teresa, tradicional bairro da área central da cidade, o bloco Carmelitas faz seu segundo desfile. O cortejo costuma reunir uma multidão pelas ladeiras e ruas estreitas.

A zona sul também vai contar com opções pela manhã, como o Vagalume Verde, às 8h, no Jardim Botânico, e o Bagunça Meu Coreto, às 9h, no Flamengo. O Clube do Samba agita o bairro de Copacabana, a partir das 11h.

À tarde, a festa continua: o bloco Tudo Nosso faz a alegria de foliões em Engenho de Dentro, na zona norte, a partir das 14h. A Orquestra Voadora agita o Aterro do Flamengo, às 16. No final do dia, a tradicional Banda de Ipanema fará a festa no bairro da zona sul a partir das 17h.


Fonte: EBC Cultura

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Festival do Museu Nacional reúne ciência e cultura no Rio de Janeiro

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promove neste domingo (30) a 8ª edição do Festival Museu Nacional Vive, uma celebração que reúne ciência e cultura em um só espaço. O evento acontece na Quinta da Boa Vista, no entorno da sede do museu, na zona norte do Rio de Janeiro.

O festival celebra a reconstrução da instituição quase oito anos após o incêndio de grandes proporções que atingiu o local, mostrando que o museu continua produzindo conhecimento por meio de diversas pesquisas. Uma das atrações do evento é a Tenda Científica, que reúne 23 atividades em áreas como biodiversidade e arqueologia, como explica a vice-diretora da instituição, Juliana Sayão:

“A Tenda Científica é um espaço muito especial, porque permite que o público tenha contato direto com a ciência que é produzida no museu. Teremos atividades práticas e interativas com pesquisadores e estudantes apresentando diferentes áreas do conhecimento. Será possível visitar o inflável do INCT Paleovert, que traz as pesquisas mais modernas na paleontologia de vertebrados, conhecer vestimentas, barracas com os nossos pesquisadores que desenvolvem pesquisa na Antártica, além da incrível diversidade dos peixes, dos besouros e de outros insetos.”

Juliana Sayão destaca ainda que o público também vai poder acompanhar o andamento da reconstrução do museu:

“O festival é uma oportunidade de mostrar ao público que a reconstrução do museu está acontecendo e que ela envolve muito mais do que a recuperação de um edifício. Envolve pesquisa, conservação, cuidado com os acervos e muito trabalho de diferentes profissionais. Algumas das atividades permitem justamente que o visitante conheça um pouco desse processo e veja que o museu continua produzindo conhecimento enquanto se reconstrói.”

O festival conta ainda com apresentações de circo, música e exposições do artista plástico Vik Muniz. O evento acontece das 10h às 16h, com entrada franca.
 


Fonte: EBC Cultura

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