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Polícia Civil prende mais um envolvido em roubos em Várzea Grande em janeiro

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A Polícia Civil prendeu, nessa terça-feira (24.2), um homem, de 46 anos, investigado por envolvimento na onda de assaltos que ocorreram entre o fim de dezembro e todo o mês de janeiro em Várzea Grande.

O suspeito é apontado como integrante da quadrilha que foi alvo na Operação Plena Stop (ponto final), deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) no dia 26 de janeiro, para desmantelar uma associação criminosa responsável pela prática de nove roubos ocorridos em Várzea Grande.

Entre eles, o de um posto de combustível no bairro 23 de Setembro, no dia 29 de dezembro de 2025, em que dois homens em uma motocicleta renderam o frentista responsável pelo caixa e levaram R$ 498.

O mesmo posto foi alvo do grupo outras quatro vezes em janeiro: no dia 1º, quando foram levados 179 reais e o celular da atendente; no dia 4, com o roubo de 210 reais, cigarros e um celular; e nos dias 9 e 11, ocasiões em que os criminosos subtraíram 257 reais.

No dia da deflagração da operação, foram cumpridos dois mandados de prisão, contra um investigado de 38 anos, apontado como líder da quadrilha, e outro de 39 anos, que disse ser pessoa em situação de rua. Ambos alegaram serem usuários de drogas e que cometiam os crimes para sustentar o vício.

Dois dias após a operação, uma terceira suspeita de envolvimento nos crimes, de 33 anos, teve o mandado de prisão cumprido pela Derf-VG. Ela é apontada como participante ativa nos roubos a mão armada, já tem condenação por roubo e é conhecida da polícia na prática de crimes patrimoniais.

As diligências continuaram após a operação para localizar o quarto suspeito de fazer parte da quadrilha, que também era pessoa em situação de rua. E, na tarde dessa terça-feira (24), ele foi localizado na região conhecida como Chacrinha, no bairro da Manga, em Várzea Grande, e preso pela equipe da Derf-VG.

O investigado foi levado para a delegacia e está à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operações integradas causam prejuízo de R$ 2,5 bilhões às facções criminosas em pouco mais de sete anos

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As operações integradas do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), unidade do Governo do Estado que atua na região da fronteira com a Bolívia, geraram prejuízo financeiro estimado em R$ 2,5 bilhões às facções criminosas entre janeiro de 2019 e maio deste ano.

Esses valores estão relacionados à apreensão de 118 toneladas de drogas, 77 aeronaves, 2.052 veículos, 414 armas de fogo e  14.400 munições. Nesse período, 2.913 pessoas foram presas, incluindo 159 estrangeiros, por crimes como tráfico, roubo, furto, contrabando, entre outros.

De acordo com dados no Núcleo de Gestão Estratégica para Resultados (Nger/Sesp-MT), nos últimos sete anos, de janeiro de 2019 a janeiro de 2025, o Governo do Estado investiu anualmente  R$ 30 milhões, em média, na aquisição de armamentos, viaturas, obras, sistema de comunicação, modernização operacional e manutenção das atividades do Grupo Especial de Fronteira.

Somente este ano, de janeiro a maio, R$ 17 milhões já foram aplicados para desenvolver ações preventivas e de repressão à violência nos 900 km da área da fronteira (seca e molhada) de Mato Grosso com a Bolívia.   

“A produtividade do Gefron é o resultado de uma política estadual de Segurança Pública que tem priorizado o aparelhamento, a modernização e reforço do efetivo, com nomeação de novos policiais. Também podemos avaliá-la como uma resposta às facções, resposta do empenho de cada policial e do esforço permanente para mantermos ações integrados cada vez mais fortes e efetivas na repressão ao tráfico de drogas e todas as modalidades criminais”, destaca a secretária de Segurança, coronel PM Susane Tamanho.

“No Gefron, e em todas as unidades das polícias Militar e Civil, estamos priorizando o policiamento ostensivo guiado pela inteligência policial, a investigação qualificada e a asfixia financeira das facções. Sabemos que essas apreensões, principalmente de drogas e aeronaves, causam impacto direto na estrutura financeira e operacional das facções”, assinala a secretária.

“Nossos números e valores não são apenas estatísticas, mas resultados de uma decisão do Governo do Estado de fazer esse enfrentamento, travar uma guerra diária aos crimes na área de fronteira”, diz o coordenador do Gefron, tenente coronel PM Airton Feitosa.

De acordo com TC Airton, o Gefron atua sustentado em três pilares: policiais preparados, treinamento com doutrina operacional de fronteira e equipamentos com tecnologia de ponta.

Em Mato Grosso, além do trabalho integrados com as unidades das Polícias Militar e Civil, o Gefron faz operações conjuntas com as polícias Federal e Rodoviárias e com forças de outros estados.

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