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Não sou advogado dele, mas acredito que ele não quis ofender ou desrespeitar a prefeita”.

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O deputado estadual Juca do Guaraná Filho reforçou a necessidade de respeito às mulheres na política ao comentar a polêmica envolvendo declarações do presidente da Câmara de Várzea Grande, Vanderlei, direcionadas à prefeita Flávia Moretti.

Ao abordar o tema, o parlamentar foi enfático ao defender o respeito, especialmente quando se trata de mulheres em cargos de liderança.

“Todas as mulheres têm que ser respeitadas, ainda mais uma prefeita, que está à frente da maior cidade do estado. É fundamental haver respeito e harmonia entre os poderes”, afirmou.

Apesar da crítica ao tom da declaração, Juca ponderou que a fala pode ter sido interpretada de forma equivocada, destacando que a expressão utilizada é comum na região.

“Talvez ele não tenha usado no contexto ideal, no momento adequado. Foi uma forma de expressão equivocada, mas acredito que houve uma interpretação além do que ele quis dizer”, avaliou.

O deputado ainda ressaltou que não faz a defesa do parlamentar, mas entende que não houve intenção direta de ofensa.

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

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