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Plantio de mudas ganha força como estratégia de descarbonização no TJMT

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Arte gráfica com o título O plantio de mudas de árvores é uma das alternativas que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) tem utilizado como compensação de emissão de gases de efeito estufa. A ação faz parte do Plano de Descarbonização Institucional, em consonância com a Resolução CNJ nº 594/2024, que busca reduzir os impactos ambientais das atividades do Poder Judiciário.
Terreno plano de terra batida com mudas de árvores recém-plantadas, apoiadas por estacas de madeira. Ao fundo, um muro branco, árvores e um prédio moderno sob um céu azul com nuvens densas.Em novembro de 2025, foram plantadas 2.100 mudas de espécies nativas do Cerrado nos fóruns de Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. O plantio amplia a cobertura vegetal, melhora o clima e favorece a infiltração de água no solo. Além disso, as árvores ajudam a retirar carbono da atmosfera ao longo do seu crescimento.

Consideradas duas unidades judiciais estratégicas, a previsão é de que a ação seja expandida em 2026, com o plantio de mais 400 mudas, totalizando 2.500 espécies arbóreas. Segundo o Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) de 2025, o potencial de captura de carbono das áreas deve chegar a 36 toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO₂e) por ano.

“A iniciativa possui natureza experimental, pedagógica e demonstrativa, voltada à geração de aprendizados técnicos, ao fortalecimento da conscientização ambiental no âmbito organizacional e ao estímulo à replicação de práticas semelhantes por outras instituições públicas e pela sociedade”, explica trecho do Inventário de GEE.

O inventário

Com ano-base 2025, o Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa foi elaborado pelo Núcleo de Sustentabilidade, coordenado pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo. O objetivo é mapear a emissão de GEE e orientar a tomada de decisões estratégicas voltadas à gestão climática dentro da instituição.

O documento foi aprovado pelo presidente do Judiciário mato-grossense, desembargador José Zuquim Nogueira, e entregue ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A elaboração faz parte do Programa Justiça Carbono Zero, instituído pela Resolução CNJ nº 594/2024, que busca alcançar, até 2030, a neutralidade de gases de efeito estufa nos órgãos do Poder Judiciário.

Escopos 1, 2 e 3

A normativa do CNJ estabelece a obrigatoriedade de atualização anual do levantamento, contemplando a contabilização das emissões organizacionais conforme a classificação por escopos internacionalmente adotada.

Escopo 1 – Emissões diretas – correspondentes às emissões provenientes de fontes próprias ou sob controle operacional da unidade judiciária inventariante, incluindo, entre outras, o consumo de combustíveis em veículos institucionais, o uso de geradores movidos a combustíveis fósseis e eventuais emissões fugitivas decorrentes do uso de gases refrigerantes em sistemas de climatização.

Escopo 2 – Emissões indiretas associadas à energia – referentes às emissões resultantes da geração de energia elétrica e/ou térmica adquirida e consumida pela organização, ainda que produzida fora de seus limites físicos, incluindo o consumo de energia elétrica das edificações e unidades administrativas.

Escopo 3 – Outras emissões indiretas – compreendendo as emissões decorrentes de atividades que não pertencem ou não são controladas diretamente pela instituição, mas que estão relacionadas às suas operações, incluindo, conforme definido pela Resolução CNJ nº 594/2024, os deslocamentos aéreos realizados por magistrados, servidores e colaboradores a serviço do Tribunal.

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Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Fábio Parente se consolida como peça-chave da gestão e transforma Desenvolvimento Econômico em vitrine política de Primavera

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Foto: Assesoria

Dentro do atual cenário administrativo de Primavera do Leste, poucas áreas conseguiram sair do campo da promessa e construir uma identidade clara de atuação. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, comandada por Fábio Parente, é uma dessas exceções. Na leitura do Política em Pauta, trata-se hoje de uma das engrenagens mais organizadas da gestão Sérgio Machnic, com discurso alinhado, agenda consistente e, principalmente, capacidade de transformar movimentação em resultado político.

O que chama atenção não é apenas a presença constante do secretário em agendas estratégicas, mas a forma como essas agendas têm sido utilizadas para reposicionar o município. Ao longo do último ano, Fábio Parente deixou de atuar apenas na rotina administrativa e passou a operar como articulador de oportunidades, conectando Primavera do Leste a ambientes de inovação dentro e fora do país.

As missões internacionais ajudam a entender esse movimento. A participação na agenda Índia, ainda em 2025, abriu portas em áreas como tecnologia, cidades inteligentes e inovação aplicada. Na sequência, a ida à China, durante uma das maiores feiras de tecnologia do mundo, ampliou esse horizonte e inseriu o município em um circuito mais competitivo de prospecção econômica. Não se trata apenas de viagens institucionais. Há uma tentativa clara de inserir Primavera em um novo tipo de conversa, mais voltada à tecnologia, à indústria e à inovação.

Mas o ponto que sustenta o crescimento político de Fábio Parente está no desdobramento dessas agendas. Diferente de experiências comuns em administrações públicas, em que viagens terminam em relatórios sem efeito prático, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico conseguiu dar sequência às articulações. Projetos como a discussão de um parque tecnológico, aproximação com instituições de pesquisa, participação em programas nacionais de inovação e diálogo direto com empresários locais mostram que há uma linha de continuidade.

No plano interno, a secretaria também avançou em ações que impactam diretamente o ambiente econômico do município. A oferta de cursos profissionalizantes, o fortalecimento do diálogo com o setor produtivo, a atuação junto aos distritos industriais e a construção de um plano de desenvolvimento econômico colocam a pasta em outro patamar dentro da estrutura da prefeitura. Não é apenas uma secretaria de apoio. Passa a ser uma secretaria de estratégia.

Esse conjunto de ações ajuda a explicar por que a pasta se tornou uma das mais bem avaliadas dentro da gestão. Em meio a dificuldades naturais de início de governo e ajustes ainda em andamento em outras áreas, o Desenvolvimento Econômico conseguiu apresentar direção. E direção, na política, tem peso.

Para o prefeito Sérgio Machnic, o ganho é evidente. Ao lado de Fábio Parente em agendas técnicas e institucionais, o prefeito reforça uma imagem de gestor que busca referências fora do eixo tradicional e que tenta posicionar o município para além do crescimento orgânico. Machnic encontra na secretaria um instrumento para sustentar o discurso de modernização, sem precisar entrar diretamente em todas as articulações.

Há, ainda, um elemento político importante nessa relação. O crescimento de Fábio Parente ocorre sem gerar ruído interno relevante, justamente porque está vinculado ao projeto do prefeito. O secretário ganha espaço, mas não cria uma agenda paralela. Atua como extensão da estratégia do Executivo, o que fortalece ambos.

O que se desenha, neste momento, é uma secretaria que deixou de ser coadjuvante para ocupar um papel central no desenho de futuro do município. Em um ambiente político onde muitos ainda disputam espaço e narrativa, Fábio Parente conseguiu algo raro: construir um caminho próprio dentro da gestão, com começo, meio e objetivo definidos.

Se a gestão Sérgio Machnic pretende consolidar uma marca baseada em planejamento e desenvolvimento, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico tende a seguir como uma de suas principais vitrines. E, no ritmo atual, Fábio Parente se firma não apenas como gestor técnico, mas como um dos nomes mais fortes do primeiro escalão.

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