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Polícia Civil apreende 305 tabletes de maconha enterrados nos fundos de imóvel em Rondonópolis

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A Polícia Civil apreendeu na manhã desta quinta-feira (02.04), 305 tabletes de maconha, pertencentes a uma facção criminosa e que seriam distribuídos na cidade de Rondonópolis.

Um homem, de 33 anos, apontado como gerente da facção e responsável pelo entorpecente, foi preso em flagrante por tráfico de drogas e por integrar organização criminosa.

A apreensão da grande quantidade de entorpecente foi realizada pelas equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) com apoio da equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis.

A equipe da GCCO/Draco estava investigando a atuação de um núcleo da facção criminosa atuante na região sul do estado, quando recebeu informações sobre uma residência em Rondonópolis que estaria sendo utilizada pelo grupo criminoso para armazenar entorpecentes que posteriormente seriam distribuídos.

Com base nas informações, as equipes policiais da GCCO/Draco e da Derf Rondonópolis foram até o endereço, onde conseguiram localizar a grande quantidade de entorpecente dentro de tambores enterrados no fundo do quintal de um imóvel, localizado ao lado da residência do investigado.

Em continuidade ás buscas na residência do suspeito, os policiais encontraram caixas vazias onde anteriormente estavam armazenados os entorpecentes, além mais porções de maconha e haxixe dentro de uma geladeira, diversas embalagens zip log e um veículo Celta, que era utilizado para distribuição/entrega dos entorpecentes.

Ao ser abordado pelos policiais, o suspeito tentou destruir seus dois aparelhos celulares, com uso de fogo, em uma clara evidência de tentativa de destruição de provas relacionadas aos crimes praticados.

Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido à Derf Rondonópolis, onde foi lavrado o flagrante, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Operação Pharus

A ação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Dois são presos por roubar veículo e obrigar vítima a fazer transferência bancárias

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu nesta quinta-feira (17), horas após o crime, um caso de roubo majorado e extorsão mediante restrição da liberdade da vítima, praticado em Cuiabá.

Durante as diligências conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERFVA), três homens foram presos, o veículo roubado foi recuperado e os objetos utilizados no crime foram apreendidos.

A investigação foi iniciada logo após a vítima procurar a unidade policial e relatar que permaneceu sob o domínio dos criminosos durante toda a madrugada. No período, ela foi agredida, ameaçada de morte e obrigada a realizar transferências bancárias mediante violência. Além dos valores obtidos por meio da extorsão, os autores também subtraíram o veículo Honda HR-V da vítima. 

Após o registro da ocorrência, investigadores e escrivães da unidade iniciaram diligências ininterruptas, conseguindo identificar, localizar e prender todos os envolvidos poucas horas depois. A ação também resultou na recuperação do veículo e na produção de provas que permitiram o completo esclarecimento do caso.

Durante as diligências, os policiais civis apreenderam um simulacro de arma de fogo, uma faca utilizada para ameaçar a vítima e a chave do veículo roubado, objetos que reforçaram a dinâmica criminosa apurada pela investigação.

Também foram reunidos elementos que apontam que um terceiro investigado teria recebido, em sua conta bancária, parte dos valores obtidos por meio da extorsão. A participação dele seguirá sendo apurada no inquérito policial.

Os suspeitos (sendo um de 27 e dois de 34 anos) foram autuados em flagrante. Em relação aos dois principais investigados, a autoridade policial representou pela decretação da prisão preventiva, em razão da gravidade dos fatos, dos elementos de prova reunidos e da necessidade de garantia da ordem pública. 

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