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Cuiabá tem grupos de combate ao tabagismo ampliados

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Nesta sexta-feira (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo, a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS) destaca os avanços conquistados pela Atenção Primária na luta contra o tabagismo. Desde o início de 2025, a rede básica mais que dobrou a oferta de grupos de apoio a pessoas que desejam parar de fumar: eram 13 grupos ativos no início do ano e, atualmente, já são 33 em funcionamento em diferentes unidades de saúde.

O responsável técnico pelo Programa Municipal de Controle do Tabagismo, João Paulo Alcântara de Ortega, explica que a expansão representa um marco no fortalecimento da Atenção Básica.

“Quando assumimos a gestão, o programa contava com pouco mais de uma dezena de grupos. Fizemos um esforço para capacitar as equipes e ampliar os atendimentos, e hoje já acompanhamos 131 pessoas inseridas nesses grupos. Nossa meta é chegar até o fim do ano com 50 unidades ativas e cerca de 500 pessoas cadastradas, recebendo acompanhamento contínuo para deixar o cigarro”, destacou.

A estratégia de expansão inclui a realização de capacitações periódicas com profissionais da rede. Em maio e junho, foram ofertadas formações para equipes das regionais Norte e Leste. Agora, no próximo dia 18 de setembro, acontece uma nova capacitação, intitulada “Cessação do Tabagismo”, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), direcionada a servidores das regionais Sul e Oeste.

Segundo Ortega, a descentralização do atendimento e o trabalho multiprofissional têm permitido que as equipes estejam mais próximas da população.

“Temos unidades com grande adesão, como o PSF Bela Vista/Carumbé, que hoje conta com mais de 30 participantes. Esse engajamento mostra que a população está buscando apoio e que nossas equipes estão preparadas para acolher e oferecer alternativas de tratamento. Cada pessoa acompanhada significa uma chance real de mais saúde e qualidade de vida”, afirmou.

Onde encontrar os grupos de combate ao tabagismo em Cuiabá

Atualmente, os grupos estão ativos nas seguintes unidades:
Regional Norte
• PSF Clínica da Família I, II, III, IV e V – Sede
• PSF Jardim Vitória I
• PSF Novo Paraíso I
Regional Leste
• PSF Dr. Fábio I / PSF Dr. Fábio II
• PSF Jardim Imperial I e II – Sede
• PSF Areão
• PSF Bela Vista / PSF Carumbé
• PSF Novo Horizonte
• CS Grande Terceiro
• PSF Jardim Leblon (anexo ao C.O. Jardim Leblon)
• PSF Pico do Amor
Regional Sul
• PSF Tijucal I, II e III (anexo ao C.O. Tijucal) – Sede
• PSF Pedra 90 III
• PSF Santa Terezinha I e II
Regional Oeste
• PSF Santa Isabel I / PSF Santa Isabel II – Sede
• PSF Jardim Araçá / PSF Santa Amália
• PSF Despraiado I
• PSF Cidade Alta
• PSF Cidade Verde
• PSF Jardim Independência
• PSF Quilombo
Zona Rural
• PSF Nossa Senhora da Guia
Outros serviços articulados pela Atenção Básica
• CEM Centro
• Hospital Júlio Muller

Com a expansão, Cuiabá reforça o compromisso de valorizar a vida e promover saúde, oferecendo tratamento gratuito e acompanhamento para quem deseja se libertar da dependência da nicotina.

#PraCegoVer

A foto ilustra a fachada da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Trata-se de um prédio de cor bege com vidros na parte superior.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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