Cuiabá

Parlamento municipal adota sessões virtuais durante período de reforma

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Camile Souza | SECOM Câmara Municipal de Cuiabá 

Com 24 votos favoráveis, os vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá aprovaram, nesta terça-feira (3), durante a primeira sessão ordinária de 2026, o Projeto de Resolução n° 4.565/2026, em regime de urgência, que autoriza a realização de sessões ordinárias e extraordinárias em formato virtual (on-line), em caráter provisório. A proposta é de autoria da Mesa Diretora e tem como objetivo garantir a continuidade dos trabalhos legislativos durante o período de reforma e modernização da sede do Poder Legislativo cuiabano.

A medida foi adotada em razão das intervenções estruturais que estão sendo realizadas no prédio da Câmara, especialmente no plenário das deliberações “Paulo Borges”, espaço onde ocorrem as sessões presenciais. 

Segundo a presidente da Casa, vereadora Paula Calil (PL), as sessões virtuais serão realizadas apenas durante o período em que as obras estiverem concentradas no plenário. Parte da reforma já foi executada durante o recesso parlamentar, e o cronograma prevê a conclusão total dos trabalhos até o final deste mês.

“Quero esclarecer que teremos sessões on-line somente quando a reforma avançar para o plenário. Aproveitamos o período do recesso parlamentar para executar parte das obras e conseguimos concluir essa etapa. O restante deve ser finalizado até o próximo dia 28 de fevereiro, sem comprometer o andamento das sessões e das atividades legislativas”, afirmou Paula Calil.

Mesmo com a reforma em andamento, o funcionamento administrativo da Câmara Municipal de Cuiabá segue normalmente. As secretarias, departamentos e gabinetes parlamentares permanecem em pleno funcionamento, garantindo o atendimento à população, a tramitação de matérias legislativas e o desenvolvimento das atividades institucionais.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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