Várzea Grande
Descartada presença de metanol em paciente que morreu em VG; outro caso segue em investigação
Várzea Grande
A Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, por meio da Vigilância Epidemiológica, informa que, a análise laboratorial, ao paciente de 40 anos, feita pelo Laboratório Central do Estado de Maro Grosso (Lacen-MT), liberada hoje (25), não apresentou reator para metanol. O paciente, residente no bairro Jardim Primavera, teve o laudo negativo, ou seja, descartada a presença de metanol no exame de sangue. O homem estava internado no Pronto-Socorro de Várzea Grande e veio a óbito na noite de ontem (24). Mesmo assim, o caso permanece em investigação.
Portanto, até o momento, permanece apenas um caso suspeito em investigação no município, de um paciente, do sexo masculino, de 30 anos, morador do bairro Marajoara, que deu entrada no Hospital e Pronto-Socorro do município por volta da 1h da manhã de sexta-feira (24), apresentando visão turva, taquicardia, náuseas e vômitos persistentes, após relatar ingestão de vodka na noite de terça-feira (22), por volta das 22h.
O paciente foi transferido essa madrugada (25), para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), em decorrência de uma insuficiência renal aguda grave necessitando de sessões de hemodiálise e administração do antídoto fomepizol.
De acordo com familiares, o paciente teria ingerido vodka na última quarta-feira (22) em uma distribuidora localizada no bairro Paiaguás, em Várzea Grande.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que todos os protocolos clínicos e de vigilância foram imediatamente acionados, e o caso permanece em investigação.
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Mato Grosso
Flávia Moretti denuncia possível espionagem no Paço Couto Magalhães
Um possível caso de escuta clandestina no gabinete da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), passou a ser apurado após a identificação de sinais eletromagnéticos considerados atípicos em pontos de energia do local.
A suspeita surgiu durante uma varredura técnica, realizada em 19 de março, e foi formalizada por meio de boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
Durante a inspeção no gabinete, um detector portátil de radiofrequência indicou atividade incomum em três tomadas instaladas no gabinete. Os pontos analisados, originalmente destinados ao sistema de campainha, estavam inoperantes e sem função identificada no momento da vistoria.
Ainda assim, apresentaram resposta ao equipamento, sugerindo a emissão de sinal eletromagnético compatível com possíveis transmissores ocultos. Até o momento, não há confirmação técnica sobre a natureza de eventual transmissão, seja de áudio, vídeo ou dados.
Diante dos indícios, dois dos pontos considerados suspeitos foram isolados, retirados e encaminhados para perícia técnica especializada. A análise deverá apontar a funcionalidade dos dispositivos, sua origem e eventual capacidade de captação de informações. O documento também recomenda a realização de uma varredura completa no ambiente por órgão oficial.
O caso foi classificado, preliminarmente, como “violação de lugar ou objeto”, conforme a Lei das Contravenções Penais. A confirmação da existência de eventual escuta clandestina dependerá do resultado da perícia.
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